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admin 27 Mai 2015

Alvarinho: Alargamento da produção vai ser alvo de Providência Cautelar e queixa em Bruxelas

Duas portarias, em dias consecutivos, dão conta do polémico processo de alargamento da área de produção de Vinho Alvarinho, fora da Sub-região de Monção e […]

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Duas portarias, em dias consecutivos, dão conta do polémico processo de alargamento da área de produção de Vinho Alvarinho, fora da Sub-região de Monção e Melgaço, estendendo-a a toda a região dos Vinhos Verdes. O autarca de Melgaço que, desde a primeira hora contestou este processo, recebeu com “repúdio” estes novos desenvolvimentos e acredita que, sobre esta matéria, novas Portarias vão surgir “às pinguinhas nos próximos dias. Mas se alguém esperava que Manoel Baptista se conformava com a publicação em Diário da República desengane-se. A Câmara vai avançar nos próximos dias com uma Providência Cautelar para travar o processo e garante que vai também levar o caso a Bruxelas. Manoel Baptista acrescenta não ter dúvidas que este processo tem em vista a defesa de outros interesses que não os dos produtores da região. Diz mesmo que não vai admitir que seja “roubada” a notoriedade que os produtores locais conseguiram por meios próprios conferir à marca nos últimos 40 nanos. O autarca de Melgaço não vai baixar os braços e vai levar o caso até às últimas consequências. Diz que nunca foi feito qualquer estudo para perceber o impacto destas alterações nos concelhos de Monção e Melgaço, apesar de ter sido reiteradamente solicitado. Na portaria 154/2015 diz-se mesmo que “esta decisão decorre da iniciativa da própria região, como resultado do diálogo interprofissional, tendo sido consubstanciada num acordo entre as partes envolvidas, a 13 de janeiro de 2015, em Arcos de Valdevez, o qual foi devidamente ratificado por unanimidade pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV)”. No entanto o autarca de Melgaço lembra esse grupo de trabalho “não representava, nem de longe, nem de perto, todas as sensibilidades da região” visto que nunca lá teve assento o grupo mais vulnerável e que poderá ser mais atingido pelas alterações: os produtores de uva da região.

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