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admin 06 Mai 2015

Delegação de Viana do Castelo comemora Dia Internacional da Cruz Vermelha com jantar beneficente

Esta sexta-feira à noite, a delegação vianense vai comemorar o Dia Internacional da Cruz Vermelha, que acontece a 8 de maio, com um grande jantar […]

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Esta sexta-feira à noite, a delegação vianense vai comemorar o Dia Internacional da Cruz Vermelha, que acontece a 8 de maio, com um grande jantar na Quinta do Carvalho. Já estão inscritas cerca de 400 pessoas, num jantar que pretende homenagear todos aqueles que ajudam a causa e, ao mesmo tempo, o evento pretende angariar verbas para ajudar a delegação vianense a adquirir uma nova ambulância.
Flora Silva, presidente da delegação da Cruz Vermelha de Viana do Castelo, diz que é preciso, “com urgência”, adquirir uma nova ambulância que possa melhorar o trabalho que é feito no concelho.
O facto de já ter quatro centenas de inscritos é “uma grande vitória”, considera a responsável. Os bilhetes estão à venda na sede da Cruz Vermelha de Viana do Castelo, na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra.
A Cruz Vermelha Portuguesa surgiu em 1865, apenas dois depois de ter surgido a Cruz Vermelha Internacional. A delegação de Viana do Castelo é uma das mais antigas do país, tendo iniciado o seu trabalho em 1911, pelo que conta já com 104 anos de vida.
Outra das ideias que a delegação vianense teve para angariar verbas foi a realização de “vendas de garagem”, dando uma nova vida à garagem do edifício-sede, na Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, numa iniciativa que acontece duas vezes por semana, à quarta e à sexta-feira, à tarde. Com esta iniciativa, não só conseguem angariar verbas para o trabalho da Cruz Vermelha como cumprem uma função social ao disponibilizarem roupa, calçado e outros artigos a preços simbólicos, “muito económicos”, à população vianense mais necessitada.
Os artigos disponibilizados nestas “vendas de garagem” são fruto de doações de particulares, que entregam objetos variados “em bom estado” à Cruz Vermelha. Depois, a delegação coloca os artigos à venda, a valores simbólicos que variam “entre os 20 cêntimos e os 5 euros”. Flora Silva diz que estas “vendas de garagem” pretendem “servir os mais vulneráveis”, especialmente tendo em conta a crise que o país atravessa, mas muitos jovens procuram esta feirinha para procurar os artigos “retro”, que estão muito em voga. Outro objetivo é sensibilizar a população para o desperdício de uma sociedade “demasiado consumista” e a iniciativa pretende também “educar para a solidariedade”.

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