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admin 31 Mai 2015

Rali de Portugal: Federação Internacional do Automóvel já garantiu a continuidade da prova no Norte do País em 2016

A FIA, Federação Internacional do Automóvel já garantiu, no calendário internacional de provas, a continuidade do Rali de Portugal no Norte do País. Esta era […]

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A FIA, Federação Internacional do Automóvel já garantiu, no calendário internacional de provas, a continuidade do Rali de Portugal no Norte do País. Esta era a decisão que a Turismo do Porto e Norte de Portugal, enquanto entidade promotora, esperava para consolidar a estratégia para a edição de 2016. “A realidade do regresso do rali de Portugal ao Norte é um extraordinário exemplo da união de sinergias entre várias entidades em prol de um objetivo comum e se a FIA e o ACP foram cruciais, a verdade é que a força e o empenho dos municípios foram a chave para a concretização desta vontade. É por isso que, independentemente das eventuais sugestões de traçado, qualquer que seja o figurino que se desenhe para o próximo ano, nem questiono que a óbvia prioridade será para os 13 municípios que tornaram este regresso possível”, adianta Melchior Moreira, presidente da TPNP.
Os custos da edição de 2015 rondaram os 3,5 milhões de euros, apoiado por uma candidatura de overbooking apresentada pela TPNP à Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDRN) de cerca de 1 milhão de euros. “Os municípios fizeram investimentos avultados para que fossem criadas as condições para que a FIA aprovasse os traçados, ou seja, há já um trabalho que está feito para o próximo ano. Só tem que ser garantida a manutenção dos mesmos e isso as autarquias já estão a tratar”, afirma o responsável pela TPNP.
Para Melchior Moreira, edição do rali de Portugal “ultrapassou todas as expetativas”. A organização profissional, a espetacularidade dos trajetos mas acima de tudo a adesão e o comportamento do público não só em termos de respeito pelas regras de segurança, como também pela forma como vibraram com as provas, “são as principais evidências da decisão da FIA para a inquestionável manutenção do rali no nosso destino”.
Acerca dos números que a realização do rali envolveu, a TPNP já apurou alguns itens:
96 equipas inscritas – a maior lista de inscritos dos últimos 15 anos – com todos os recursos humanos adstritos a cada uma que não é possível precisar (mecânicos, cozinheiros,…), oriundas de 33 países;
1200 pessoas na organização, incluindo residentes na região; destes cerca de metade ficaram distribuídos por 25 hotéis, ocupando um total de 320 quartos, num total de quase 1500 noites;
1900 efetivos da Guarda Nacional Republicana;
300 jornalistas acreditados de todo o mundo;
Mais de 1,5 milhões de espetadores em grande parte vindos de todas as partes do país e da Galiza, onde a TPNP reforçou, durante o ano 21014/2015, a promoção do evento, assim como de França.
Acerca do retorno económico esperado, o presidente da TPNP acredita que vai ultrapassar “em muito” os 100 milhões previstos. “A base de comparação que estamos a seguir é a do retorno da prova no Algarve, apurado por um estudo académico da Universidade do Algarve, cuja equipa está agora a fazer o mesmo no destino Porto e Norte. Os dados serão apresentados muito em breve, mas posso garantir que numa região como esta, com mais adeptos pelo automobilismo e com uma ligação muito forte com a Galiza, o retorno será certamente muito maior”.
“Nunca duvidei do impacto global que o regresso do rali ao Norte traria e mantenho a convicção que o maior retorno é a imagem que causamos em todos aqueles que nos visitaram, em todos aqueles que acolhemos e em todos aqueles que impressionamos pela forma única como vivemos o rali. Os resultados conseguidos comprovam que a estratégia de promoção da Turismo do Porto e Norte é a correta e se alguém deve repensar e alterar a sua estratégia é o senhor secretário de estado do turismo que decidiu que o Rali de Portugal não deveria ter apoio financeiro… por ser um evento e não se coadunar com os objetivos do Turismo”, remata.

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