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admin 08 Mai 2015

Viana: Novos armazéns de aprestos vão custar 2,2 milhões e começam a ser construídos daqui a poucos dias

Daqui a cerca de dez dias, vão começar a ser construídos os novos armazéns de aprestos, juntos à lota da cidade de Viana do Castelo, […]

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Daqui a cerca de dez dias, vão começar a ser construídos os novos armazéns de aprestos, juntos à lota da cidade de Viana do Castelo, respondendo assim a uma reivindicação com mais de uma década dos pescadores vianenses. Francisco Portela Rosa, da direção da cooperativa de pescadores VianaPesca, explicou à Rádio Geice que este será um investimento de 2,2 milhões de euros que resulta de uma candidatura que foi apresentada ao Programa Operacional da Pesca (PROMAR) no ano de 2013 e aprovada no passado dia 29 de abril. A obra deverá avançar “dentro de dez dias” e terá de ser concluída no prazo de seis meses.
Portela Rosa afirma que os atuais armazéns de aprestos, que foram construídos na década de 80, estão “totalmente degradados” e não reúnem condições para que os pescadores possam trabalhar. Além disso, as atuais instalações não têm instalações sanitárias e os telhados são em fibrocimento. “Já quando foram construídos não tinham condições sanitárias para fazer face às necessidades, nem espaço com área suficiente para trabalhar”, lamenta o representante da VianaPesca, dizendo que os homens do mar trabalham em “cubículos minúsculos com telhas de fibrocimento por cima”.
O projeto dos novos armazéns vai permitir a reabilitação da zona junto às instalações da Docapesca, dando cumprimento ao estabelecido no Plano de Pormenor da Frente Ribeirinha.
A obra deverá avançar ainda este mês, nos próximos dias, e prevê a demolição dos atuais armazéns para que seja construídas 20 novas estruturas, em terrenos situados junto ao novo porto de pesca da cidade, que é gerido pela Docapesca. “Vamos ter o dobro da área coberta que temos agora”, garantiu Portela Rosa.
O responsável explica que a empreitada vai ser comparticipada por fundos comunitários e nacionais em cerca de 1,7 milhões de euros, cabendo à VianaPesca assumir o restante valor. Com esta obra vão ser também criados novos acessos rodoviários, com entrada pela zona do navio Gil Eannes, além de infraestruturas de apoio que incluem um bar “para que as pessoas possam tomar um café e comer petiscos preparados com produtos do mar”. “Espero que com estas condições possamos ter um acesso mais fácil, que se embeleze aquela área que está extremamente degradada”, explica Portela Rosa, que tem o objetivo de poder criar uma “feira de peixe e do marisco” naquela zona, para funcionar ao fim-de-semana.
A comunidade piscatória de Viana do Castelo inclui cerca de meia centena de embarcações.

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