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admin 26 Jun 2015

Pais de utentes da APPACDM “otimistas” em relação ao futuro do CAO depois de reunião com Segurança Social

Os pais dos 14 utentes que frequentam um dos dois Centros de Atividades Ocupacionais (CAO) que a APPACDM vianense tem na zona do Cabedelo estão […]

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Os pais dos 14 utentes que frequentam um dos dois Centros de Atividades Ocupacionais (CAO) que a APPACDM vianense tem na zona do Cabedelo estão “muito otimistas” em relação ao futuro da estrutura, depois de terem reunido, ao longo de quase três horas, esta sexta-feira, com o diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Viana do Castelo.
O encontro aconteceu depois de mais de 30 pessoas, entre utentes, encarregados de educação de utentes e funcionários da Associação Portuguesa do Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental vianense, se terem juntado, esta sexta-feira, pelas 11 horas, em frente à Segurança Social vianense. Depois de terem recebido o anúncio de que o CAO 2 deverá fechar portas no final deste mês, os pais dos utentes quiseram reunir com a Segurança Social para conhecer o futuro dos jovens que frequentam o espaço.
Os representantes dos pais acabaram por reunir com Paulo Órfão, responsável pela Segurança Social distrital e, no final do encontro, revelaram aos jornalistas estarem “muito otimistas”. Fátima Sousa, que tem um filho a frequentar o CAO do Cabedelo, disse que “o diretor foi muito sensível à nossa causa e deixou claro que fará tudo ao seu alcance para resolver este problema, estando muito otimista de que conseguirá resolver tudo até ao final de julho”. Por isso, a representante dos pais acredita que, depois de um pausa no mês de agosto, altura em que o Centro de Atividade Ocupacionais fecha algumas valências para férias, os utentes poderão regressar “no mês de setembro”.
“Ficamos muito mais tranquilos. Saímos desta reunião otimistas e confiantes que o CAO 2 se vai manter aberto no Cabedelo e que os nossos filhos e os nossos jovens em setembro vão regressar às atividades normais do dia-a-dia”, afirmou.
Paulo Órfão, depois de reunir com os pais, dirigiu-se às pessoas que aguardavam no exterior da Segurança Social para tranquilizar todos os presentes e garantir que “tudo fará” para que a estrutura do Cabedelo continue a funcionar. “Nós queremos a solução para o CAO 2 e eu tenho essa sensibilidade”, afirmou, dizendo que conhece o “drama” vivido pelos jovens e pelas famílias, recordando que o distrito de Viana do Castelo “tem uma necessidade na área da deficiência que está acima da média nacional”.
Disse que o problema do CAO 2 “é uma questão de enquadramento e de legalidade” e garantiu que apenas neste mês de junho foram “reunidas as condições” para que a estrutura possa ser financiada pela Segurança Social. “O Centro de Atividade Ocupacionais faz falta no distrito mas, como qualquer equipamento, tem de reunir as condições para que se possa fazer um acordo”, vaticinou. Paulo Órfão recusou-se a avançar com prazos, mas acredita que o problema possa ser solucionado em breve.
 “Há sensibilidade de todas as partes. Todos sentimos que devemos abrir o CAO”, acrescentou.
Recorde-se que Luís Costa, presidente da APPACDM de Viana do Castelo, anunciou esta semana que um dos dois Centros de Atividades Ocupacionais (CAO) que a APPACDM tem em funcionamento no Cabedelo, protocolado com o Instituto da Segurança Social (ISS) em 2013, vai ter de fechar as portas no final de junho por não ter financiamento da Segurança Social. Por mês, o CAO representa um investimento de 3.500 euros para a Associação e, até hoje, a Segurança Social não financiou esta despesa.

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