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admin 25 Ago 2015

Coligação “Portugal à Frente” assume emprego e coesão social como prioridades e elogia Carlos Abreu Amorim

A coligação do PSD/CDS-PP, “Portugal à Frente”, para as eleições legislativas marcadas para 4 de outubro, assume a criação de emprego e a coesão social […]

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A coligação do PSD/CDS-PP, “Portugal à Frente”, para as eleições legislativas marcadas para 4 de outubro, assume a criação de emprego e a coesão social como as prioridades para o Alto Minho. Os líderes das distritais do PSD e do CDS-PP elogiaram a “excelência” do cabeça-de-lista da coligação, Carlos Abreu Amorim, e destacaram a “credibilidade” da restante lista.
Na apresentação dos candidatos da Coligação “Portugal à Frente” à Assembleia da República, pelo Círculo Eleitoral de Viana do Castelo, que aconteceu esta terça-feira, o candidato Carlos Abreu Amorim começou por recordar o passado negro provocado pelas “asneiras” do Partido Socialista. “Tivemos quatro anos terríveis, feitos de sacrifícios, de reformas difíceis e, tantas vezes, eleitoralmente antipáticas”, assumiu, dizendo que a coligação PSD/CDS “sempre recusou lógicas facilitistas, ilusórias, contos de crianças”, mas garantindo que “vale a pena arriscarmos o nosso futuro eleitoral para não comprometermos o futuro dos portugueses”.
Para as eleições marcadas para 4 de outubro, destaca a “experiência e a renovação” da lista apresentada pela coligação, que inclui, como número dois, Luís Álvaro Campos Ferreira, nascido em Viana do Castelo, e atual Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação. No terceiro lugar da lista surge a advogada Maria Emília Sousa Cerqueira e, em quarto lugar, aparece o CDS-PP com Abel Lima Baptista, atual deputado eleito pelo mesmo partido. O quinto lugar pertence a António Duarte Teixeira Afonso Rodrigues, líder da JSD distrital, e o último lugar dos efetivos cabe a Liliana Sofia Bouça da Silva, professora de profissão, e vereadora na Câmara de Caminha, com o estatuto de oposição.
“O Luís Álvaro Campos Ferreira e o Abel Baptista, enquanto deputados, e o Luís Álvaro, depois, como governante, são do melhor que a Assembleia da República conhece”, garantiu.
Carlos Abreu Amorim assumiu como prioridades para a região a criação de emprego, para que possa fixar os jovens nas zonas de menor densidade populacional, e a coesão social, para que os mais desfavorecidos sejam os principais beneficiários dos apoios do Estado.
Carlos Morais Vieira, líder da distrital do PSD e elemento da lista de suplentes, reforçou a confiança na coligação dizendo que “a lista é formada por um grupo de homens e mulheres com provas dadas, cidadãos de corpo inteiro que aceitaram o desafio com dedicação”. Teceu rasgados elogios ao cabeça-de-lista, dizendo que Abreu Amorim “nos últimos quatro anos, soube ser um representante de excelência do Alto Minho”, assumindo “a certeza de que será reconhecido e valorizado nas eleições que se avizinham”.
Abel Baptista, líder da distrital do CDS-PP, referiu a importância destas eleições, dizendo que “não eleger um deputado desta coligação é eleger um socialista”, referindo a “desmotivação” e “insatisfação” da população como uma “dificuldade acrescida” nestas legislativas. Também teceu elogios aos nomes aprovados como candidatos pelo círculo de Viana do Castelo, referindo que “esta é uma lista na qual tenho um gosto enorme de estar”.
  

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