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admin 30 Set 2015

Criação de turmas mistas: Câmara de Ponte de Lima demonstra o seu descontentamento

A Câmara Municipal de Ponte de Lima deliberou expressar publicamente o seu descontentamento face à tutela no que respeita à criação de turmas mistas em […]

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A Câmara Municipal de Ponte de Lima deliberou expressar publicamente o seu descontentamento face à tutela no que respeita à criação de turmas mistas em várias escolas do concelho de Ponte de Lima. Até ao momento, a autarquia tudo tem feito no sentido de evitar esta situação, quer na solicitação conjunta com os Agrupamentos de Escolas da abertura de novas salas face às necessidades, quer na execução, ao longo do tempo, de um conjunto de políticas que se centram na criança e na sua educação, desde o ensino pré-escolar ao ensino básico do primeiro ciclo, assumindo também todas as competências presentes na legislação portuguesa. “Algumas dessas políticas, fomentadas pelo Município limiano, são hoje uma referência a nível nacional, nomeadamente através da execução do plano definido da Carta Educativa – Reordenamento da Rede Educativa de Ponte de Lima. No total, foram construídos 12 Centros Educativos, representando um investimento de 27.150.516,51€ em obras, equipamento e terrenos, obtendo uma comparticipação de fundos comunitários no valor de 16.341.321,76€. Paralelamente, tem sido efetuado um grande esforço na melhoria contínua da qualidade dos Serviços Educativos e no apoio aos projetos educativos”, sublinha a autarquia. A isto acrescenta que “face a esta grande aposta do Município na Educação, consideramos que esta decisão do Ministério da Educação é um retrocesso sem paralelo, uma vez que a constituição de turmas mistas nos vários Centros Educativos prejudica a aprendizagem da generalidade dos alunos, tanto em qualidade como em diversidade. Neste contexto e sendo a Educação um pilar fundamental para o desenvolvimento do concelho e para a formação dos jovens limianos, a autarquia demonstra o apoio a toda a comunidade escolar, que tem protestado contra esta opção do Ministério da Educação”, remata a Câmara de Ponte de Lima em comunicado. Recode-se que, precisamente devido a esta polémica, no passado dia 18 as aulas na EB1 de Ponte de Lima começaram mais tarde, na sequência dos protestos dos encarregados de educação e de uma escola fechada a cadeado.

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