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admin 17 Set 2015

PSD de Caminha denuncia: “Caos financeiro instalado por erros e omissões da gestão municipal”

O PSD diz que a “Câmara Municipal de Caminha está na iminência de colapsar face às graves situações financeiras criadas por omissões, erros, e incumprimentos […]

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O PSD diz que a “Câmara Municipal de Caminha está na iminência de colapsar face às graves situações financeiras criadas por omissões, erros, e incumprimentos sucessivos da Lei dos Compromissos”. “O presidente da Câmara Municipal de Caminha assume numa informação técnica que deixou de pagar as faturas da água e saneamento, não desde janeiro de 2015 como afirmou na última reunião de câmara, mas sim desde março de 2014”, acrescenta o PSD local que classifica esta situação como sendo “grave”, até porque “os munícipes continuaram a pagar a água e esse dinheiro não serviu para pagar à empresa, foi gasto noutros e para outros fins”. O PSD acrescenta que a autarquia “gastou o dinheiro sem saber se o podia gastar. Andou a atribuir subsídios sem regra e isentou faturas sem fundamento. Não respeitou os fundos disponíveis, aliás como o PSD tem vindo há dois anos a alertar. Enganou os vereadores da oposição com mapas de fundos disponíveis que não correspondiam à verdade. Fez espetáculos milionários, pagou festas, festinhas, hotéis para seleções, pagou a rádios e jornais nacionais para passarem a sua propaganda constante. Contratou assessorias e avenças milionárias, fez pagamentos consoante a sua vontade desrespeitando a lei no que diz respeito à ordem sequencial de pagamentos e assim… num total regabofe, não sabendo quanto tinha…foi empurrando “com a barriga  para a frente” até ao caos financeiro que se vive no presente, acumulando uma divida de curto prazo no valor de 12 milhões de euros  e possuindo somente como disponibilidades financeiras  200 mil euros”.  A estes dados acrescenta que nesta altura o prazo médio de pagamento a fornecedores “é efetivamente de 293 dias” e que por causa desta situação os salários dos funcionários e funcionamento geral da autarquia estão “em risco de colapso por conta da desorganização financeira criada pelo atual executivo”.

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