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admin 29 Out 2015

Executivo de Caminha aprova o Orçamento “mais exigente dos últimos dez anos”

  O executivo da Câmara Municipal de Caminha acaba de aprovar as Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2016, com o autarca a […]

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O executivo da Câmara Municipal de Caminha acaba de aprovar as Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2016, com o autarca a considerar que este foi o documento “mais exigente dos últimos dez anos”. O socialista Miguel Alves explicou que este é “o documento de previsão de despesas e receitas mais exigente da última década, apresentando uma despesa previsível que é a mais baixa dos últimos 10 anos”. Com uma previsão de despesa e de receita da ordem dos 19,5 milhões de euros, o presidente da Câmara de Caminha classificou-o como “orçamento slim fit”, duro porque corta na despesa, mas que não perde a ambição, mantendo a aposta em áreas como a educação e o investimento.
Para o próximo ano, as contas apontam para valores de despesa e receita de 19,5 milhões de euros. Os números traduzem uma diminuição de despesa de mais de 1,5 milhões de euros, quando comparado com o orçamento de 2015, uma diminuição de despesa de 800 mil euros face ao ano transato e uma diminuição de despesa superior a 4,1 milhões de euros tendo como referência o orçamento de 2013. “Em suma, uma diminuição de despesa superior a 3 milhões de euros relativamente à média dos orçamentos municipais dos últimos 5 anos”, vaticinou Miguel Alves.
Para o autarca, este orçamento ”emagrecido mas tonificado” visa continuar o esforço no sentido do equilíbrio das contas do município, mas que ao mesmo tempo procura potenciar a economia do concelho.
Miguel Alves continua a lamentar a pesada herança que recebeu do anterior executivo, tendo partilhado com os vereadores uma conclusão “simples mas dolorosa” sobre a despesa e a receita do município de Caminha dos últimos anos: “a totalidade da receita de todos os impostos diretos que são cobrados pelo Município (IMI, imposto único de circulação, imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis e derrama) somados à totalidade das transferências da Administração Central (cerca de 5.5 milhões/ano) esgotam, são gastos integralmente, para cobrir a despesa fixa com o pessoal, a limpeza urbana, a amortização dos empréstimos e dos seus juros, a PPP das piscinas de Vila Praia de Âncora, a iluminação pública e o Fundo de Apoio Municipal ou a Pólis Litoral Norte.”
Por isso, declara, não sobra receita para garantir os investimentos, as transferências para as freguesias e para as associações culturais e desportivas, as matérias-primas e combustíveis usadas pelos trabalhadores e obras da Câmara Municipal, o apoio dado à Educação, Acão Social e aos eventos culturais e outros.

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