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admin 19 Out 2015

Festival de Vilar de Mouros: Novo imbróglio jurídico à vista?

Nada parece correr bem com o Festival de Vilar de Mouros. Desde que começaram as tentativas de renascimento do “Woodstock à portuguesa” que os problemas […]

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Nada parece correr bem com o Festival de Vilar de Mouros. Desde que começaram as tentativas de renascimento do “Woodstock à portuguesa” que os problemas legais se vão sucedendo. Recorde-se que a última edição foi promovida pela AMA, num acordo assinado ainda com o anterior Executivo de Caminha, liderado por Júlia Paula Costa. Por várias razões a primeira edição não conseguiu atingir os objetivos propostos mas, o certo, é que havia um protocolo assinado com a AMA. O atual autarca de Caminha, Miguel Alves, tinha anunciado ter chegado a acordo com a AMA no tocante à rescisão do contrato, tendo pouco depois anunciado o protocolo com a “Música no Coração”, que já não era estreante em Vilar de Mouros, para promover o Festival em 2016. No entanto, e mais uma vez, parece que entre as declarações públicas e a realidade “não bate a bota com a perdigota”. Contactado pela Geice Marco Reis, da AMA, falou pela primeira vez sobre o assunto, afirmando que a haver rescisão do protocolo firmado em 2013 ela foi unilateral, pois não há nada escrito por parte da AMA a dizer que rescindia o contrato. Por essa mesma razão, acrescenta Marco Reis, o caso está entregue ao Departamento Jurídico da Associação, escusando-se por agora a adiantar mais pormenores sobre os passos que a AMA vai seguir agora que foi anunciado um novo protocolo com a Música no Coração. Tal como já nos habituou nos últimos anos, o Festival de Vilar de Mouros volta a ser alvo de nova polémica, com desfecho ainda desconhecido.

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