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admin 30 Out 2015

Mais de 250 pessoas participaram na preparação do Orçamento Participativo de Caminha

Em Caminha, 267 pessoas marcaram presença nos encontros de participação do Orçamento Participativo para dizer â Câmara Municipal o que querem que seja feito com […]

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Em Caminha, 267 pessoas marcaram presença nos encontros de participação do Orçamento Participativo para dizer â Câmara Municipal o que querem que seja feito com os impostos que pagam.
O Orçamento Participativo de Caminha completou a primeira fase com enorme sucesso. No total, estes encontros participativos mobilizaram duas centenas e meia de cidadãos, com muitas ideias e projetos, o que se traduz desde já “num enorme sucesso” e numa “demonstração de grande vitalidade democrática”, segundo fonte municipal.
Depois de Dem, Seixas, Venade, Âncora e Vila Praia de Âncora, o último dos seis encontros de participação teve lugar em Caminha, com 52 cidadãos a juntarem-se em grupos, onde foram discutidas três dezenas de propostas, das quais seriam selecionadas e apresentadas no plenário 10, chegando à fase final as cinco mais votadas.
A primeira fase de implementação do Orçamento Participativo foram os Encontros de Participação, com participantes que trabalharam com equipas da Câmara Municipal, formadas por funcionários que se ocuparam da organização e moderação dos seis encontros, tendo para isso recebido formação adequada. Outros funcionários, reunidos em equipas técnicas, vão agora avaliar as propostas selecionadas.
O modelo de Orçamento Participativo de Caminha “pega” naquilo que são os impostos pagos pelas pessoas em termos de IRS e dá a palavra aos cidadãos, que são convidados a apresentar propostas para obras que querem ver concretizadas no seu concelho. Três dos projetos escolhidos pela população serão executados e as regras estabelecem que cada um deles não poderá ultrapassar os 60 mil euros, tendo ainda de representar uma obra cuja execução caiba nas competências da Câmara.
Para o presidente da autarquia, Miguel Alves, esta grande participação mostra que a população não está alheada da política e quer ter uma palavra a dizer: “esta é uma nova forma de se contribuir para a governação do Município, com aquilo que são os seus recursos”.

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