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admin 27 Nov 2015

Avianense inaugura museu do chocolate e nova fábrica de chocolates

“Cumprimos o sonho de recuperar uma marca centenária, criando postos de trabalho, produzindo chocolates de qualidade para um mercado mais exigente e apostando na nossa […]

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“Cumprimos o sonho de recuperar uma marca centenária, criando postos de trabalho, produzindo chocolates de qualidade para um mercado mais exigente e apostando na nossa história e na nossa cultura.” É desta forma que Luciano Costa, administrador da Fábrica de Chocolates Avianense, demonstra a sua “alegria e realização pessoal” pelo ressurgimento da centenária marca portuguesa de chocolates, fundada em 1914, há precisamente 100 anos, sendo considerada a mais antiga do país. O renascimento da Avianense é assinalado neste sábado, pelas 15h00, em Durrães, freguesia do concelho de Barcelos, com a inauguração das novas instalações da fábrica e do novo Museu dos Chocolates Avianense – um espaço cultural, interativo, com um auditório para 64 pessoas, que será aberto às escolas de todo o país e aos turistas. Na cerimónia de inauguração é esperada a presença de um membro do novo Governo, assim como estarão presentes os presidentes dos municípios de Barcelos, Miguel Costa Gomes, e Viana do Castelo, José Maria Costa, funcionários da Avianense, clientes, fornecedores, entre outros convidados. Depois de um processo de falência, em 2004, a marca Avianense foi adquirida por Luciano Costa, um empresário do setor têxtil, de Barcelos, que acreditou no projeto de fazer ressurgir a fábrica de chocolates que tinha sido fundada em Viana do Castelo durante a I República. A segunda vida da Avianense começou em 2005, destra vez em Durrães, no concelho de Barcelos, num armazém de Luciano Costa. Deu tudo certo, a faturação foi crescendo e foram construídas novas e modernas instalações, que agora são inauguradas. A Avianense é uma marca de chocolates mítica em Portugal, sendo conhecida por produtos que ainda hoje fazem parte da memória coletiva, como os ovos de Páscoa, as fantasias de Natal, o cacau em pó, as napolitanas, as sombrinhas de chocolate e o inconfundível bombom “Imperador”. Por ação do proprietário Luciano Costa, os chocolates da Avianense regressaram paulatinamente às montras de lojas, hipermercados, supermercados e minimercados portugueses, podendo também ser encontrados em espaços citadinos de referência, como A Loja Portuguesa, de Catarina Portas. Depois do relançamento da marca, o ano de 2015 será o melhor da nova gestão, com uma faturação que, pela primeira vez, deverá atingir um milhão de euros. Com 15 funcionários e uma produção na ordem dos 300 quilos de chocolate por dia, a nova fábrica, que implicou um investimento de 1,5 milhões de euros, incluindo o museu do chocolate, tem capacidade para “triplicar a produção”. “Estamos a trabalhar para concretizar esse objetivo, procurando consolidar a nossa presença no mercado português e avançar para a internacionalização, nomeadamente para a China”, anuncia Luciano Costa, referindo que os chocolates da Avianense já estão presentes nos Estados Unidos.

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