FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 11 Dez 2015

Bruxelas: Alto Minho recebe Carta Europeia de Turismo Sustentável

A região do Alto Minho acaba de receber o certificado da “Carta Europeia de Turismo Sustentável – CETS”, atribuído pela Federação Europeia de Parques Nacionais […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

A região do Alto Minho acaba de receber o certificado da “Carta Europeia de Turismo Sustentável – CETS”, atribuído pela Federação Europeia de Parques Nacionais e Naturais – Federação EUROPARC, tornando-se, assim, na primeira NUTS III de Portugal Continental a ter este tipo de galardão. A cerimónia de certificação decorreu no passado dia 7 de dezembro, no Parlamento Europeu, em Bruxelas, e contou com a presença do presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), José Maria Costa. Este certificado foi concedido no âmbito de uma candidatura promovida pela CIM Alto Minho, abrangendo o território constituído pelos concelhos de Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Monção, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira, que integra um conjunto de oito áreas protegidas e classificadas, designadamente, a Paisagem Protegida do Corno do Bico; a Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e de São Pedro d’Arcos; os Sítios da Rede Natura 2000 do Litoral Norte, dos rios Minho e Lima, da Serra de Arga e do Corno do Bico; e a Zona de Proteção Especial da Rede Natura 2000 Estuários dos Rios Minho e Coura. Refira-se que os municípios de Arcos de Valdevez, Melgaço e Ponte da Barca já possuem este galardão desde 2002, através da candidatura do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG), que foi coordenada pela ADERE-PG e que foi já objeto de renovação. O Alto Minho passa, assim, a ser a primeira NUTS III do Continente com todo o território certificado no âmbito da Carta Europeia do Turismo Sustentável. A CETS é uma ferramenta desenhada, avaliada e certificada pela Federação EUROPARC, que visa promover o desenvolvimento de um turismo sustentável em áreas protegidas e classificadas. A imagem do território como um único destino turístico, a inserção numa rede europeia de destinos de excelência, uma melhor organização da oferta turística, o reconhecimento da importância da população local e dos empresários no processo de planeamento e desenvolvimento da atividade turística, uma maior satisfação dos visitantes e um maior retorno na economia local da atividade turística, a promoção da preservação dos valores naturais e culturais do território e o acesso a programas específicos de cofinanciamento, são apenas algumas das vantagens desta certificação.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts