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admin 23 Dez 2015

Mobilidade urbana sustentável: “Uma aposta chave para a competitividade, sustentabilidade e inclusão no Alto Minho”

A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) apresentou recentemente as principais conclusões preliminares do Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) […]

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A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) apresentou recentemente as principais conclusões preliminares do Plano de Ação para a Mobilidade Urbana Sustentável (PAMUS) do Alto Minho, que será objeto de auscultação pública no início do próximo ano. Para o presidente da CIM Alto Minho, José Maria Costa, a mobilidade entre os diversos centros urbanos dos concelhos é uma “fragilidade” do território e que esta ligação tem de ser mais “agilizada”, salientando a necessidade de uma “política de transportes integrada que inclua também a modernização da linha do Minho”. José Maria Costa espera que o PAMUS do Alto Minho seja um instrumento que promova a competitividade da região e que aquilo que se perspetive é que as comunidades intermunicipais possam ser no futuro entidades a nível intermunicipal com capacidade de gestão no domínio da mobilidade e transportes.  José Pedro Tavares, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e responsável pela elaboração do PAMUS do Alto Minho, destacou que cerca de 80% das viagens pendulares efetuadas no território do Alto Minho fazem-se dentro dos municípios, havendo uma grande dependência do transporte individual (cerca de 70%). Para José Pedro Tavares a contenção do transporte individual poderá ser feita através da promoção de outros modos de transporte, da gestão da oferta de estacionamento e de políticas de gestão da mobilidade por parte de todos os atores (CIM, municípios e operadores) que incluam a reestruturação do sistema de linhas e interfaces, a melhoria do acesso e das condições do transporte coletivo e uma melhor informação e integração tarifária. Com a elaboração do PAMUS do Alto Minho pretende-se que todo o território passe a dispor de um instrumento estratégico de planificação e desenvolvimento dos diferentes modos de transporte (públicos/coletivos, suaves e individuais), de modo a melhorar os aspetos energéticos, ambientais, económicos e sociais da mobilidade e da acessibilidade dos cidadãos. O Plano contempla a análise, diagnóstico e a elaboração de propostas que privilegiam o uso do transporte coletivo e a utilização de modos suaves de deslocação em detrimento do transporte individual.

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