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admin 02 Dez 2015

“Né Basto” apresenta trabalhos com estanho no Posto de Turismo de Viana do Castelo

“Né Basto”, como é conhecido na cidade, está a apresentar, ao longo deste mês, uma exposição de homenagem ao estanho no Posto de Turismo Municipal […]

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“Né Basto”, como é conhecido na cidade, está a apresentar, ao longo deste mês, uma exposição de homenagem ao estanho no Posto de Turismo Municipal de Viana do Castelo – Viana Welcome Center. Manuel Basto, aos 77 anos, explicou à Geice que começou há 15 anos a fazer este tipo de trabalhos, depois de fazer um curso em Lisboa.
Agora, a exposição “Os segredos do estanho” está disponível para visita e os artigos estão também disponíveis para venda, no Posto de Turismo da cidade, incluindo obras de Né e Augusta Basto.
Natural de Viana do Castelo, o artista assegura que, “ao contrário do que as pessoas pensam, os trabalhos feitos com folha de estanho não precisam de maçaricos, martelos ou punção”. Para trabalhar o estanho, diz que “primeiro se desenha a figura pretendida no estanho e depois se dão os altos e baixos relevos”. “Depois, para os acabamentos, enche-se com cera por trás, para que não amasse”, explica o escultor, revelando que depois se seguem “o envelhecimento, a lavagem do envelhecimento, a polição e o verniz”.
“Eu chamo-lhe escultura, porque aquilo que ficar gravado no estanho é o que fica, não dá para apagar”, revela o artista, dizendo que este é um trabalho “muito bonito”.
“Neste momento, o estanho é a minha paixão e sinto que Viana do Castelo precisa de um artesão para apresentar à população este tipo de trabalhos”, frisou.
Por encomenda, Né Basto faz todo o tipo de trabalhos e, nesta exposição, o Coração de Viana em estanho também não podia faltar. Através da arte de trabalhar o estanho, Manuel Basto representa naturezas mortas, motivos religiosos, mas também os “três grandes” clubes de futebol nacionais. “Embora o estanho seja muito bonito, creio que o mais importante é o trabalho feito pela minha mulher, Augusta Basto, que tem um gosto muito requintado”, assegura, dizendo que o estanho foi introduzido pelo casal também em peças variadas, como caixas, quadros, álbuns de fotografias e escovas.

 

 

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