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admin 12 Dez 2015

Orçamento da União das Freguesias de Viana do Castelo e Meadela aprovado por maioria

Esta sexta-feira à noite, a União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela aprovou 1,205 milhões de euros de […]

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Esta sexta-feira à noite, a União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela aprovou 1,205 milhões de euros de Orçamento global para 2016. O documento foi aprovado por maioria, com 1 voto contra e 5 abstenções. .”Assente num elevado rigor orçamental e baseado na realidade económica que o país atravessa, é um documento previsional extremamente fiel às reais necessidades da nossa comunidade”, garante o relatório. “Este é um plano que define como prioridades a Educação, a Ação Social, o Emprego e a Formação Profissional, a Cultura, a Economia Local, o Turismo, a Juventude e as Políticas de Informação e Proximidade”, lê-se ainda.
O valor global do orçamento para 2016 é de 1,205 milhões de euros. No âmbito da receita, o orçamento prevê, em termos correntes, o montante de 723 mil euros, e de receitas de capital o valor de 481 mil euros. Em termos de despesa, a previsão é de 720 mil euros.
José Emílio, eleito pelo Partido Socialista, criticou o documento, dizendo que “é um plano cheio de boas intenções, mas sem compromissos, dependente de tudo e de todos”. “Alguns trabalhos prometidos mais parecem uma carta ao Pai Natal, com as prendas que a Junta gostaria de receber”, disse, indicando a presença de obras em várias ruas. Amadeu Bizarro, do atual executivo, mostrou-se incomodado, dizendo que “só pode estar a brincar comigo” e abandonando a Assembleia por breves minutos.
José Ramos, autarca da União de Freguesias, disse que ia “tentar ser sereno”. “Os orçamentos, como você sabe, quer da União de Freguesias, quer do município, ou mesmo até o Orçamento Geral do Estado, são feitos com base em coisas que se assume que vão acontecer, são baseados em intenções”.
“O presidente do município, sobre as obras nas ruas que nós indicamos no documento, disse que serão enquadradas nas novas ARUs (Áreas de Reabilitação Urbana). Se o presidente não mostrasse essa abertura, não o iríamos espelhar no orçamento”, explicou.
Já Tiago Oliveira, do PSD, elogiou a dedicação do presidente mas alertou para “incoerências” do documento e falta de respostas sobre a concretização de propostas, anunciando a abstenção laranja.
Hugo Meira, do CDS, disse que a deslocalização do mercado municipal para o sítio onde ainda existe o Prédio do Coutinho não deveria constar no documento. “Enquanto o processo não seguir o seu procedimento natural, que inclui o desaparecimento do Prédio do Coutinho, acho que nem devemos pensar nisso”. Os 7.500 euros previstos para despesas de comunicação, para o próximo ano, levaram o eleito a questionar se “não será um pouco de mais, se não poderiam renegociar contratos”.

 

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