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admin 16 Dez 2015

VianaPolis já detém 70 das 105 frações do Prédio do Coutinho

A VianaPolis já é proprietária de 70 das 105 frações que constituem a propriedade horizontal do Edifício Jardim, mais conhecido por Prédio do Coutinho, em […]

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A VianaPolis já é proprietária de 70 das 105 frações que constituem a propriedade horizontal do Edifício Jardim, mais conhecido por Prédio do Coutinho, em Viana do Castelo. Em comunicado, a sociedade afirma que, ao longo deste ano, alcançou mais 7 acordos com proprietários de frações no edifício em causa, tendo chegado assim a um entendimento com um total de 70 proprietários. “As restantes 35 frações encontram-se com processos suspensos, pendentes da decisão de 3 ações administrativas especiais, 2 delas nos tribunais de instâncias superiores”, informa ainda a VianaPolis.
As informações foram divulgadas depois de ter sido realizada a Assembleia-Geral da VianaPolis, SA, na qual os acionistas aprovaram o Relatório e Contas 2014 e o Plano de Atividades e Orçamento, “tendo sido reiterado o cumprimento do objeto social da sociedade, que pressupõe a conclusão da expropriação do edifício Jardim e a sua posterior demolição”.
Já no sábado, em visita à inauguração das obras na Praia do Cabedelo, em Viana do Castelo, o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, revelou que vai prolongar a atividade da VianaPolis até 31 de dezembro de 2016. O governante referiu que se mantém o objeto social da sociedade, que é a demolição do prédio Coutinho, afirmando que ”naturalmente a atividade da sociedade vai ser prolongada”.”Isso terá que acontecer até final deste ano. Há, de facto, ainda um objeto social da VianaPolis por cumprir, e queremos levar até ao fim”, referiu o ministro.
Recorde-se que a sociedade VianaPolis se mantém ativa apenas com o objetivo de demolir o edifício Jardim. No passado, o Prédio Coutinho foi habitado por 300 pessoas, mas atualmente conta com cerca de 40 habitantes. Fruto desta indefinição, a atividade da VianaPolis tem sido, ao longo dos últimos anos, consecutivamente prolongada. A demolição do prédio de 13 andares está prevista desde o ano 2000, ao abrigo do programa Polis, para ali ser construído o novo mercado municipal, que já funcionou alguns metros atrás do edifício.
A sociedade VianaPolis é detida em 60% pelos ministérios do Ambiente e das Finanças e 40% pela Câmara de Viana do Castelo.

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