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admin 07 Jan 2016

Município de Ponte de Lima termina mais um ano com muito dinheiro no banco

Ponte de Lima volta a mostrar excelentes resultados da gestão orçamental que o Município pode desde já adiantar, relativamente ao exercício de 2015. Do exercício […]

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Ponte de Lima volta a mostrar excelentes resultados da gestão orçamental que o Município pode desde já adiantar, relativamente ao exercício de 2015. Do exercício de 2015 o Município apresenta uma disponibilidade financeira de 16.107.417,00 €, com um aumento de mais 2.457.749,00 € relativamente ao saldo do ano anterior, o que se afigura bastante positivo ao nível da gestão prevista para o ano de 2016, permitindo a continuidade das iniciativas e investimentos orientados pela mesma política criteriosa de gestão dos dinheiros públicos. A taxa de execução em 2015, relativamente à receita prevista, foi de 97,98%. Pelo lado da despesa registou-se uma satisfatória taxa de execução de 89,58% relativamente ao previsto em orçamento para 2015. O Município refere “que o esforço por manter esta boa situação financeira se torna ainda mais difícil se tivermos em conta os cortes que a Administração Central tem vindo a efetuar e que se acumulam todos os anos desde 2010. Note-se que, comparativamente a 2010, o Município de Ponte de Lima sofreu uma redução de 1.123.596,00 € no valor anual transferido pela Administração Central, acumulando no total uma perda de receita de 6.715.147,00 € desde aquele ano. Dentro deste cenário, o Município não descuidou e continuou a assegurar, ou mesmo reforçar, os compromissos assumidos ao nível da educação, do apoio social, dos benefícios fiscais aos cidadãos e empresas, do desenvolvimento económico e dos investimentos transversais em equipamentos e infraestruturas” sublinha a autarquia. “A boa gestão dos dinheiros públicos permite ao Município de Ponte de Lima implementar uma política fiscal atrativa e praticar preços baixos pelos serviços prestados à população, tendo este cenário uma relação direta com a maior ou menor disponibilidade financeira das famílias e empresas de cada concelho”.

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