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admin 08 Jan 2016

UMinho realiza primeiro estudo nacional sobre a doença celíaca

A Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho está a fazer o primeiro estudo sobre a prevalência de doença celíaca em Portugal. A […]

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A Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho está a fazer o primeiro estudo sobre a prevalência de doença celíaca em Portugal. A colheita já iniciou em escolas de Portugal continental e ilhas, junto dos adolescentes e pais. Os resultados chegam em meados deste ano. A coordenação é da professora Henedina Antunes, com o apoio de Nuno Saldanha, finalista do mestrado integrado em Medicina da UMinho. A iniciativa é aprovada pela Direção-Geral de Saúde, pela Comissão Nacional de Proteção de Dados e pelas comissões de ética. Tem o apoio da Associação Portuguesa de Celíacos e das sociedades portuguesas de Pediatria e de Gastroenterologia Pediátrica. Estima-se que haja 70 a 100 mil casos, isto é, 1 a 3% da população portuguesa. Só existem 10 mil casos diagnosticados, logo muitos desconhecem ter a doença e requer-se ações de sensibilização. O único estudo de prevalência até agora foi na região de Braga, por Henedina Antunes, com um caso para 134 habitantes. O valor segue a média europeia, de um para 100 a 200 habitantes. A doença celíaca não tem cura e deve-se à intolerância alimentar ao glúten, provocando inflamação no intestino delgado a milhões de pessoas no mundo. O glúten é um fragmento proteico presente no trigo, centeio, aveia, cevada e, por sua vez, em alimentos como pão, massas, bolachas e papas. Os sintomas podem surgir na infância ou só na idade adulta.  Henedina Antunes, também cientista do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde e pediatra do Hospital de Braga, é uma das principais peritas e entusiastas na área.

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