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admin 18 Fev 2016

Autarca de Melgaço exige declaração de situação de calamidade pública

Para poder fazer face aos danos causados pelo mau tempo dos últimos dias, a Câmara Municipal de Melgaço acaba de apresentar um pedido de ajuda […]

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Para poder fazer face aos danos causados pelo mau tempo dos últimos dias, a Câmara Municipal de Melgaço acaba de apresentar um pedido de ajuda ao Governo e pede a declaração de situação de calamidade pública para o concelho. Manoel Batista, autarca melgacense, afirma estar perante “um cenário grave que exige do Governo a declaração da situação de calamidade pública e a consequente consignação de apoio para fazer face à situação vivida em Melgaço e para a qual os recursos financeiros da autarquia são escassos perante a intervenção que se impõe”. Para isso, o responsável está a desenvolver todos os esforços junto dos Ministérios da Administração Interna e Agricultura com vista a uma resolução rápida dos problemas que o temporal provocou.
Depois de a autarquia ter feito um “levantamento exaustivo de todos os danos”, em parceria com a Proteção Civil, os munícipes e os presidentes de junta, Manoel Batista, entende ser necessário adotar medidas excecionais com vista a repor a normalidade das condições de vida nas zonas mais abrangidas por tais acontecimentos.
Durante o fim-de-semana, altura em que o mau tempo fustigou o concelho, a Câmara Municipal e a Proteção Civil acompanharam no terreno as situações mais graves e tomaram medidas para minimizar danos e acautelar as condições de segurança e de acessibilidade.
As freguesias mais atingidas foram Fiães, a União de Freguesias de Chaviães e Paços, Cristóval, Penso, Alvaredo e a União de Freguesias de Vila e Roussas nas quais se registaram inúmeras derrocadas de muros e de taludes, alguns dos quais originaram aluimentos de pavimentos rodoviários e levaram ao consequente corte do trânsito.
Esta quinta-feira, ainda muitas freguesias estavam “com acessos condicionados”. Também propriedades privadas acabaram “destruídas”, com plantações de vinha e outras culturas sem qualquer possibilidade de recuperação e sem qualquer possibilidade de acesso.

 

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