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admin 07 Fev 2016

Grupos locais aqueceram tarde de domingo com Carnaval de Viana

Viana do Castelo entrou no espírito carnavalesco e promoveu, este domingo à tarde, o tradicional Corso de Carnaval da cidade. Em jeito trapalhão, grupos do […]

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Viana do Castelo entrou no espírito carnavalesco e promoveu, este domingo à tarde, o tradicional Corso de Carnaval da cidade. Em jeito trapalhão, grupos do concelho, mais ou menos formais, juntaram-se para dançar e animar algumas das principais ruas do município. Entre os grupos participantes, contavam-se a Comissão de Festas de Nossa Senhora das Boas Novas – Mazarefes, Comboio Infantil da autarquia, Filarmónica de Vila Nova de Anha, Agrupamento 450 Serreleis, Urban Creations, Escola Foz Star Dancers, 1ª Companhia de Guias de São Romão de Neiva, Zé Pedro Associação Musical, Associação de Moradores da Escola Técnica, 1ª Companhia de Guias de Santa Marta de Portuzelo, Grupo Etnofolclórico Renascer da Areosa, 1ª Companhia de Guias de Viana do Castelo, Agrupamento 452 Escuteiros Vila Nova de Anha, turmas de estudantes e ainda o Grupo Arco Íris, a dar música ao evento.
Renata Guisantes, representante da Urban Creations, explicou que o grupo se situa em Viana “mas tem turmas em Geraz do Lima, Âncora e na Amorosa”. “Apesar do frio, sendo o tema o Carnaval Dançante, estamos na nossa praia”, realçou. Este era um grupo com bailarinos entre os 4 e os 30 anos, “alguns faltaram, por causa do frio e do fim-de-semana prolongado, mas viemos muitos”. “Trazemos hip hop, danças urbanas”, explicou ainda. Nádia Torres, de 9 anos da idade, era uma das dançarinas, dizendo gostar de participar neste corso por misturar “dança e convívio”, duas coisas que gosta de fazer e que a fazem sentir bem.
Já o grupo AnimArte trouxe a este desfile um conjunto de estudantes da Escola Secundária de Monserrate. Onze raparigas e um rapaz da turma do 10º ano de Animação juntaram-se para trazer a este desfile “danças, brincadeiras e diversão”. “Vimos divertir-nos, especialmente”, explicou Tânia Ribeiro, dizendo que a turma quis “juntar-se e participar no Carnaval”.“Quisemos fazer alguma coisa que identificasse o curso e, como o curso também tem a ver com crianças, decidimos vestir-nos como os mais pequenos”, indicou a porta-voz.
Francisca Amaral, da 1ª Companhia de Viana do Castelo, explicou que o grupo de guias optou por se mascarar com “algo prático e simples, que desse para fazer com as miúdas”. “Tentamos usar materiais reciclados, e como o tema era dançante, o mais importante era elas dançarem, divertirem-se e fazerem movimentos”, disse a responsável. Por isso, o grupo optou por “fitas esvoaçantes, sem tema específico”. O grupo era considerável, com mais de duas dezenas de raparigas, desde os 6 aos 15 anos de idades, além das chefes, mais velhas.
Francisco Barros, representante do grupo de janeiras da Comissão de Festas de Nossa Senhora das Boas Novas – Mazarefes, assumiu que “tratando-se do Carnaval Dançante, o tema deste Carnaval, nós viemos fazer o Zumba no Caneco, uma espécie de sátira a este estilo de dança”. “Nós, os homens, vimos fazer o que fazemos no dia-a-dia, e as senhoras vão fazer os seus rituais, a sua ginástica como deve ser”, declarou, destacando o “convívio entre todos”, já que o grupo tem “gente de todas as idades” e serve também para angariar dinheiro para as festas de Mazarefes.
Já Sandra Meira, do lado feminino do grupo de Mazarefes, afirmou que “não prepararam nada”. “Nós ainda nem sabemos o que vamos fazer, vai ser ‘ao calhas’. O que calhar, o que vier, vai ser o que vamos fazer e o que vamos dançar”, revelou, divertida. “Os nossos acessórios também são simples, isto é tudo nosso, para não gastarmos dinheiro, para tentarmos poupar para a festa. É tudo feito por nós, arranjado por nós, à nossa maneira, escolhido ao nosso gosto”, assumiu, dizendo que o grupo de mais de trinta elementos “não treinou absolutamente nada”.
O cortejo teve início na Alameda João Alves Cerqueira, em frente ao Largo Maestro José Pedro. Daí, os figurantes desfilaram pela cidade de Viana, subindo pela Avenida dos Combatentes da Grande Guerra, Avenida Conde da Carreira, passando depois pelo Passeio das Mordomas da Romaria, Rua Nova de Santana, terminando na Praça 1º de Maio. Pelas ruas, centenas de pessoas juntaram-se para dançar e celebrar esta época festiva, com confetis e serpentinas à mistura.

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