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admin 23 Fev 2016

Hasta dos bens do Vianense fechou deserta e processo passa agora a negociação particular

Fechou deserta, ao início da tarde desta terça-feira, a hasta pública que colocara à venda o património do Sport Clube Vianense. O centenário clube de […]

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Fechou deserta, ao início da tarde desta terça-feira, a hasta pública que colocara à venda o património do Sport Clube Vianense. O centenário clube de Viana do Castelo corria o risco de perder o seu património, entre o Estádio Dr. José de Matos, a sede situada na Rua Manuel Espregueira e um apartamento, mas não foram apresentadas quaisquer propostas. A hasta pública fechou sem que tenham sido apresentadas propostas, às 14 horas desta terça-feira, e o processo entra agora numa segunda fase, por venda por particulares.
Isabel Ramos, agente de execução, explicou aos jornalistas, depois do encerramento da hasta, que “agora os bens vão ser vendidos por negociação particular”. “Vão ser apresentadas propostas no processo e a melhor proposta para a compra dos bens deverá ser adjudicada”, declarou, referindo a existência de valores base. “Se forem inferiores os valores, as propostas são notificadas às partes e as pessoas das partes vão pronunciar-se sobre a eventual aceitação desses valores”, assumiu ainda.
“Vamos ter de esperar que existam propostas. Esta segunda fase não tem prazos, é até aparecer que alguém que compre ou até que a dívida seja paga”, frisou Isabel Ramos. “Esta situação não limita a atividade do clube, já que o clube é fiel depositário e pode continuar a usar os bens”, rematou.
Depois de fechada a hasta pública, o processo agora entra nesta segunda fase e a sede do clube da cidade, situada na Rua Manuel Espregueira, pode ser adquirida por um valor mínimo de 570,333 euros. Também o estádio Dr. José de Matos está ainda em risco de ser vendido, por um valor mínimo de 2 milhões e 465 mil euros, e uma casa situada na Rua de S. José, na rua do estádio, pode ser vendida a partir dos 35 mil euros. Se surgirem propostas de valor inferior, como explicou a agente de execução, tanto o clube como o credor têm de aprovar a proposta.
Recorde-se que em fevereiro de 2014 vários bens móveis do Sport Clube Vianense e de quatro dirigentes foram alvo de penhora no âmbito da execução lançada por uma instituição bancária, a Caixa de Crédito Agrícola. A instituição reclama o pagamento de um empréstimo de 286 mil euros, acrescido de juros, que foi contraído em 2011 pelo clube. Por não estarem a ser cumpridas as prestações mensais, a instituição bancária avançou para a ação de penhora.

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