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admin 01 Fev 2016

Município de Esposende avança com tratamento das palmeiras da cidade

Com o intuito de combater o flagelo provocado pelo “escaravelho da palmeira”, verificado à escala nacional e que tem afetado também as palmeiras do concelho, […]

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Com o intuito de combater o flagelo provocado pelo “escaravelho da palmeira”, verificado à escala nacional e que tem afetado também as palmeiras do concelho, o Município de Esposende vai proceder ao tratamento das palmeiras públicas da cidade, dedicando especial atenção aos exemplares da Av. Eng. Arantes e Oliveira e da Zona Ribeirinha de Esposende. Desde que foi diagnosticado este inseto no concelho, a Câmara Municipal, através dos serviços técnicos da empresa municipal Esposende Ambiente, tem vindo a colaborar com as entidades competentes regionais na monitorização das plantas afetadas. Sendo as palmeiras consideradas por muitos as plantas emblemáticas da cidade, nomeadamente as da Zona Ribeirinha, torna-se premente preservar este património e tentar combater a praga que o destrói. Neste sentido, a Câmara Municipal, juntamente com a Esposende Ambiente, está a implementar um plano de ação no sentido de controlar e prevenir a disseminação do escaravelho, crucial para preservar os exemplares que tanta importância representam a nível paisagístico, económico e social, não obstante representar um investimento elevado. A estratégia de controlo passa pela integração de um conjunto de medidas cujo tratamento incide sobretudo na luta biológica, através da injeção de nemátodos entomopatogénicos em cada uma das plantas, os quais afetam irreversivelmente as funções vitais da fisiologia do escaravelho. Trata-se de um plano seguro para as plantas, pessoas e meio ambiente, e com resultados muito satisfatórios no controlo deste inseto. Para que a erradicação deste inseto seja conseguida o mais rapidamente possível, é importante que a população também colabore. Para além da realização de eventuais tratamentos, os proprietários devem abater as palmeiras que não apresentam capacidade de recuperação, de forma a evitar a dispersão do inseto. Sendo obrigatória a comunicação dos casos detetados ao Ministério da Agricultura, os munícipes podem solicitar colaboração à Esposende Ambiente, no sentido de fazer reportar estes dados à tutela.

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