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admin 20 Fev 2016

Peças de filigrana feitas em corda em exposição em restaurante de Viana

Num restaurante do centro histórico de Viana do Castelo estão, até dia 31 de março, expostas várias peças de filigrana feitas em corda. As peças […]

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Num restaurante do centro histórico de Viana do Castelo estão, até dia 31 de março, expostas várias peças de filigrana feitas em corda. As peças de escultura, da autoria da artista Íris Santos, que se intitula de “A Loba”, dão assim nova beleza ao espaço de restauração “O Recanto”. Este sábado, ao fim do dia, o restaurante recebeu um evento de apresentação de uma peça da artista que o espaço acabou de adquirir.
Íris Santos, de 26 anos, natural de Viana do Castelo, é a artista por detrás da “Loba”. “Ao longo deste mês, neste espaço, vamos poder ver trabalhos em corda, dourados, muito originais, mas que representam coisas da minha terra”, realçou. “Aprendi esta técnica com o escultor António Peres, que trabalha na Comissão de Festas. Comecei a criar em 2013, há relativamente pouco tempo”, explicou ainda. “A peça que está agora no ‘Recanto’ é inspirada no brinco à rainha. Era um desenho que já tinha criado há algum tempo e, quando a Marta me pediu uma peça, acabei por lhe mostrar o desenho. Ela adorou, acabei por fazer, e gosto muito do resultado”, vaticina a artista.
Marta Almeida, proprietária do “Recanto”, explicou que “desde logo, mal conheci o trabalho da artista, apaixonei-me”. Houve uma altura em que a Íris passou pelo meu restaurante, tinha alguns trabalhos e, em conversa, dizíamos que faltava alguma coisa aqui na minha casa. Depois de ver os trabalhos dela, percebi imediatamente o que faltava no ‘Recanto’, era mesmo uma peça dela, feita em corda”, revelou. “Este evento acaba por ser uma junção de arte, gastronomia e tradições. É verdadeiramente inovar na tradição, fomos buscar o formato da tradição, com a inovação da corda, associada à gastronomia”, indicou. “Quem cá vier almoçar ou jantar, ou até apenas visitar o nosso restaurante, pode admirar o trabalho dela”, frisou.

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