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admin 29 Fev 2016

“Preciosidades” de Viana reabilitadas com linha de apoio de 200 mil euros

   Até ao Verão, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, em parceria com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico – IGESPAR, […]

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Até ao Verão, a Câmara Municipal de Viana do Castelo, em parceria com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico – IGESPAR, vai lançar uma linha de apoio de 200 mil euros para incentivar privados à reabilitação de património da cidade. “Vamos lançar uma linha de apoio para apoiar privados, em parceria com o IGESPAR”, declarou José Maria Costa, durante a Assembleia Municipal desta sexta-feira à noite, revelando que a Igreja de S. Domingos e a Capela das Malheiras deverão ser apoiadas por este novo incentivo.
“A Igreja de S. Domingos, por exemplo, precisa da reabilitação da fachada, que está com graves problemas”, realçou o autarca socialista. Recorde-se que a igreja pertence à Diocese de Viana do Castelo e corresponde à Igreja do antigo convento de Santa Cruz, fundado por D. Frei Bartolomeu dos Mártires. Representa um edificado do século XVI, tem uma fachada maneirista onde ressaltam esculturas em granito e o retábulo barroco da capela mor é um dos mais representativos do chamado “estilo nacional”. Situada no Largo de São Domingos, esta igreja está integrada no Convento com o mesmo nome.
“Também a Capela das Malheiras deverá ser alvo de intervenção. É uma preciosidade que está muito debilitada”, declarou o autarca. A Capela das Malheiras, também chamada Capela do palacete dos Malheiro Reimão, um dos mais belos exemplares da arquitectura rococó do país. Além da elegante fachada, para alguns autores obra de Nicolau Nasoni ou da sua escola, o interior da capela apresenta um notável retábulo em talha policromada, da mesma época e estilo, da autoria de André Soares.
“Vamos apoiar outras situações que apareçam para reabilitação do património. (…) Reabilitar um edifício antigo é mais caro, até por causa das técnicas envolvidas”, realçou o autarca. No entanto, a autarquia pretende investir nestes trabalhos até porque, como reforçou José Maria Costa, “teria sido uma pena perder a Casa Manuel Espregueira e Oliveira, que agora é gerida pelo senhor Correia, e que foi uma verdadeira escola da técnica do estuque”.
Recorde-se que a Casa Manuel Espregueira e Oliveira é um edifício histórico da cidade, datado do século XIX, que foi reabilitado em 2013. A obra representou um investimento privado superior a meio milhão de euros, beneficiando de apoios à regeneração urbana concedidos pela autarquia.

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