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admin 07 Mar 2016

Deputada do PCP reúne com a Comissão de Utentes da A28 e revela “preocupação”

Esta segunda-feira, durante um dia de visita ao distrito de Viana do Castelo, a deputada comunista Carla Cruz reuniu com a Comissão de Utentes da […]

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Imagem: Sónia Silva Sá
Esta segunda-feira, durante um dia de visita ao distrito de Viana do Castelo, a deputada comunista Carla Cruz reuniu com a Comissão de Utentes da A28 e, no final do encontro, mostrou-se preocupada com os “efeitos nefastos” causados pela existência de portagens na autoestrada que liga Porto, Viana do Castelo e Caminha. No final do encontro que decorreu na Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Carla Cruz indicou à Geice que esta reunião pretendia fazer “um ponto de situação” com a comissão de utentes, para a reafirmação de “quão nefasta foi a introdução de portagens para esta região”.
Recorde-se que, no mês de fevereiro, o PCP entregou no Parlamento um projeto de resolução onde pede a eliminação de portagens na A28, A41 e A29. “A introdução de portagens nas ex-SCUT, em 2010, designadamente nas do Norte Litoral, A 28, Grande Porto, A 41 e Costa da Prata, A29, constituiu um rude golpe no tecido económico e agravou as já difíceis condições de vida de todos aqueles que, sem alternativas, circulam nestas vias estruturantes”, pode ler-se no documento.
“Recomendamos a abolição destas portagens porque não existe uma alternativa à A28. Além disso, esta era uma via que já estava paga, quer por via do Orçamento de Estado, quer por via dos fundos comunitários”, realçou Carla Cruz. “Esta é uma região em que o número de desempregados é muito elevado, em que o número de falências e de dificuldades das empresas é muito significativo. Além disso, este foi um contrato ruinoso para o Estado”, destacou a deputada.
Antes, Carla Cruz reunira com a Cooperativa de Produção de Peixe de Viana do Castelo, na  VianaPesca. “Estivemos a discutir as questões que afetam os pescadores, como as dragagens e a aplicação de diretivas europeias, bem como a Política Comum de Pescas e as implicações que tem na vida dos pescadores”, declarou a responsável. “As embarcações com mais de doze metros têm a obrigação de ter um diário eletrónico, o que poderá trazer implicações, pois se existir um erro superior a 10% no cálculo do pescado poderão sofrer multas”, frisou. “Falamos de um conjunto de problemas que não são específicos de Viana do Castelo, mas discutimos também a necessidade de dragagens e a falta de meios do socorro a náufragos”, revelou ainda.

Imagem: Sónia Silva Sá

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