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admin 26 Abr 2016

6ª edição do Passeio TT “Rota do Barro” traz Paulo Gonçalves a Alvarães

A freguesia de Alvarães, na margem esquerda do rio Lima, em Viana do Castelo, espera receber mais de 300 participantes de todo-o-terreno (TT), nas categorias […]

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A freguesia de Alvarães, na margem esquerda do rio Lima, em Viana do Castelo, espera receber mais de 300 participantes de todo-o-terreno (TT), nas categorias de motorizados duas e quatro rodas para a 6ª edição do Passeio TT motorizado “Rota do Barro”. É já este sábado que as três centenas de participantes, oriundos de vários pontos do país, e ainda de Espanha e França, invadem a freguesia do Alto Minho. Paulo Gonçalves, piloto português, é o padrinho do evento.
À Geice, Paulo Gonçalves assegura que este é um encontro de motards e de amigos. “Este é um encontro de gente que vem de todo o lado, por isso espero um bom convívio. É um evento do qual gosto imenso, que tem um percurso bastante bem delineado, pelo que aceitei apadrinhar esta edição”, assegura. Nesta sexta edição, a organização vai doar parte do valor das inscrições à APPACDM, que será entregue pelo padrinho da prova.
O Passeio TT “Rota do Barro” foi criado em 2010, promovido por um grupo de amigos de Alvarães e da freguesia de Forjães, no concelho vizinho de Esposende. Paulo Gonçalves destaca a beleza desta rota, com passagem por “zonas muito bonitas, com alguma espetacularidade”. Assegura que existem zonas “de alguma dificuldade, com um acesso mais complicado”, pelo que são também um desafio para todos os amantes da modalidade. “A organização tem feito sempre um percurso bem desenhado, pelo que esperamos mais do mesmo: um traçado exigente, com espetacularidade e belíssimas paisagens”, vaticina.
 Já Rui César, da organização, também ele praticante, explica que têm participantes de França e Espanha “que tiram férias propositadamente para marcar presença na iniciativa”. Isto é um passeio de convívio, lazer e, de entreajuda”, explica. A organização destaca o aumento de participantes de ano para ano e realça a união entre todos os participantes. “Andar de mota, ficar enlameado, a entreajuda, descobrir o prazer da natureza de andar no monte, é também uma terapia”, defende Rui César. O percurso terá entre 90 a 100 quilómetros de extensão, com dificuldade média, constituído por vias em terra batida e alcatrão entre os concelhos de Viana, Barcelos e Esposende.

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