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admin 26 Abr 2016

Jovens estudantes criaram roteiro religioso e dos costumes de Mujães e Vacaria

Jéssica Sousa e Bruna Guerra são duas jovens estudantes do concelho de Viana do Castelo e elaboraram um roteiro religioso e dos costumes tradicionais de […]

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Jéssica Sousa e Bruna Guerra são duas jovens estudantes do concelho de Viana do Castelo e elaboraram um roteiro religioso e dos costumes tradicionais de Mujães e Vacaria. No passado sábado, as estudantes apresentaram um roteiro religioso e de costumes, que foi preparado no âmbito do Curso Profissional de Turismo Ambiental e Rural da Escola Secundária de Monserrate.
Tudo começou em setembro de 2015 e deverá estar totalmente pronto no próximo mês. A ideia é criar uma espécie de “packs religiosos” e que sirvam também para promover atividades de agroturismo “que estão esquecidas”, como explicou à Geice a estudante Jéssica Sousa. Ao longo de cerca de 9 quilómetros, o roteiro visita as igrejas, capelas, cruzeiros e alminhas de Mujães e Vacaria. As duas jovens querem também recordar atividades como as vindimas, desfolhada, ordenha, a matança do porco e a cozedura da broa. “São atividades que queremos valorizar, porque eram muito comuns nas gerações mais antigas”, refere Jéssica, natural da Vacaria.
O projeto já foi apresentado à Junta de Freguesia de Mujães, que se mostrou interessada. “Achamos que é importante para valorizar a nossa região e os costumes tradicionais”, assegura ainda. As estudantes consideram que o roteiro entre as duas localidades demorará idealmente cerca de 3 horas, com as devidas paragens e explicações sobre o património a visitar. O roteiro deverá fazer uma dezena de paragens em vários locais de interesse, referindo também as tradições e costumes do antigamente.
“Gostei do que fiquei a saber sobre as alminhas, em particular. Parece-me importante sabermos porque é que as coisas estão onde estão, porque apareceram, e as lendas que existem”, declara a jovem Jéssica Sousa, dizendo que agora dá “mais valor” às tradições e aos costumes.
O trabalho das duas jovens baseou-se sobretudo em entrevistas. “Fizemos pesquisa, mas foi rara, porque a informação que encontramos foi escassa. Sendo assim, conversamos muito, fizemos muitas entrevistas”, rematou a estudante, que agora gostaria de ver o projeto a sair do papel e a tornar-se realidade.

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