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admin 19 Abr 2016

ULSAM garante que apenas vai internalizar “pequena parte” dos exames de patologia clínica

Em resposta às queixas feitas por um laboratório privado, a direção da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) assegurou, através de comunicado, que […]

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Em resposta às queixas feitas por um laboratório privado, a direção da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) assegurou, através de comunicado, que apenas vai internalizar “pequena parte” dos exames de patologia clínica. Esta terça-feira, o laboratório Manuela Pimenta, situado em Ponte de Lima, acusara a ULSAM de estar a desviar serviços de saúde de proximidade dos utentes da região e de colocar em causa os 39 postos de trabalho da empresa de análises.
O laboratório privado indicava que “até agora, os médicos prescreviam as análises clínicas e os utentes tinham liberdade de escolha e faziam as suas análises onde bem entendiam e às horas que mais lhe convinham”, referindo que “recentemente foi criada pela administração da ULSAM uma ordem de serviço que obriga todos os médicos, a partir do próximo dia 26 de Abril, a encaminharem todos os utentes para o Hospital Conde de Bertiandos para realizarem as colheitas de análises clínicas”. Para Manuela Pimenta, esta medida colocaria em causa os trabalhadores do laboratório e o poder de decisão dos utentes e médicos.
Agora, a direção da ULSAM explica que, “à semelhança do que outras Unidades Locais de Saúde já fizeram, a Unidade Local de Saúde do Alto Minho irá internalizar uma pequena parte dos exames de patologia clínica, concretamente no que respeita ao Centro de Saúde de Ponte de Lima que se encontra a cerca de 50 metros do Hospital Conde de Bertiandos onde está instalado o Laboratório de Patologia Clínica”. A administração hospitalar refere não acreditar que a medida “possa pôr em causa a viabilidade económica dos laboratórios privados de patologia clínica uma vez que se trata de um pequeno número e não da integração total dos exames”. O comunicado da Unidade Local de Saúde do Alto Minho refere que a unidade “tem procurado a melhoria contínua dos cuidados de saúde”, bem como, a “natural articulação nos diversos cuidados de saúde prestados, procurando também otimizar a capacidade instalada nas suas Unidades, rentabilizando ao máximo os seus recursos e, só depois de esgotados, aí sim o recurso a outros prestadores, desde que não haja prejuízo para os utentes”.

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