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admin 06 Abr 2016

Viana do Castelo classifica 5 Monumentos Naturais Locais

A Câmara Municipal de Viana do Castelo, tornou público que a Assembleia Municipal de Viana do Castelo deliberou por unanimidade, aprovar a classificação dos sítios […]

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A Câmara Municipal de Viana do Castelo, tornou público que a Assembleia Municipal de Viana do Castelo deliberou por unanimidade, aprovar a classificação dos sítios do Alcantilado de Montedor, das Pedras Ruivas, do Canto Marinho, da Ribeira de Anha e das Ínsuas do Lima como Áreas Protegidas de Âmbito Local, na tipologia de Monumentos Naturais Locais. Fica assim aprovada a Classificação dos 5 Monumentos Naturais Locais de Viana do Castelo, incluindo o regulamento e as plantas com os limites das Áreas Protegidas. Estes Monumentos Naturais Locais de Viana do Castelo, localizam-se predominantemente na faixa litoral do concelho nos locais designados, a Norte como “Alcantilado de Montedor”, “Pedras Ruivas” e “Canto Marinho”, a Sul a “Ribeira de Anha” e ainda, uma área situada no estuário do rio Lima, entre as pontes Eiffel e a A28, designada como “Ínsuas do Lima”. A deliberação explica que “na sequência do inventário de geossítios do Litoral Norte foi identificado um notável património que permite compreender vários aspetos da evolução geológica do território do Concelho de Viana do Castelo. Os trabalhos realizados mostraram que o território é dotado de elevada geodiversidade preservando elementos de elevado interesse em vários temas da geologia, nomeadamente geoformas residuais, graníticas, tectónicas, fluviais, eólicas e geoculturais. A rotina de inventariação permitiu a identificação inicial de 17 geossítios no concelho de Viana do Castelo tendo sido selecionados, após uma avaliação quantitativa, 5 geossítios de excecionalidade científica dos valores geológicos presentes que são agora propostos para classificação como monumentos naturais locais”. A avaliação destas áreas classificadas mostrou elevado potencial de uso turístico e educativo, mas também elevados índices de vulnerabilidade, o que sugere a premência das ações de proteção e conservação. Foi efetuada a discussão pública, que decorreu de 1 de setembro de 2014 a 3 de outubro de 2014, e foram ouvidas as entidades com jurisdição e enquadramento legal nas áreas a classificar.

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