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admin 18 Mai 2016

Centenas de estudantes do IPVC fizeram a festa pelas ruas de Viana

Na tarde desta quarta-feira, centenas de estudantes do Instituto Politécnico de Viana do Castelo desfilaram pelas principais ruas da cidade e celebraram o final de […]

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Na tarde desta quarta-feira, centenas de estudantes do Instituto Politécnico de Viana do Castelo desfilaram pelas principais ruas da cidade e celebraram o final de mais um ano letivo. Entre caloiros e finalistas, os estudantes saltaram, gritaram e fizeram a festa, num cortejo regado com milhares de litros de cerveja.
Tiago Cação, do terceiro ano de Engenharia Alimentar, pondera um mestrado na área ou investir já na procura de emprego. “Este é um momento muito importante. Este ano o tema eram os super-heróis, pelo que criamos tudo em volta deste tema”, indicou. Também Ana Filipa, de 23 anos, finalista de Gerontológica, da Escola Superior de Educação, explica que “este é um daqueles momentos aos quais não podemos faltar”. “Ainda bem que o tempo está a ajudar, porque assim aproveitamos melhor o cortejo”, considerou, dizendo que, depois da festa, será altura de “tentar arranjar emprego na área”. Sabe que não será fácil, porque o mercado está saturado, mas vai lutar porque é disto que realmente gosta.
Mariana Mota, finalista do curso de Turismo, diz que o país “está uma desgraça”, pelo que as expetativas no futuro não são muito boas. “Provavelmente vamos mesmo ter de emigrar”, indica a jovem, apostando em França como uma possibilidade. O carro do curso inaugurou o cortejo, o que foi um orgulho, porque “todos se esmeraram”. Cláudia Ribeiro, do segundo ano, foi uma das responsáveis pelo carro de Turismo, e explicou que foram “dividindo tarefas deste o início do ano letivo”. “Houve grupos distintos para cada atividade: bebidas, arcas, colunas, camião, fomos juntando todos o dinheiro, e felizmente conseguimos tudo”, frisou, dizendo que só este carro contava com “mais de mil litros de álcool”.
Micael Santos, de 21 anos, também é finalista, mas de Gestão Artística e Cultural. Acompanhado por um alargado grupo de amigos, diz que o futuro “não será fácil”, mas tem esperança “de que tudo vá correr bem”. Não quer ouvir falar em emigração, “porque nunca é uma coisa fácil para ponderar”, mas “como último recurso” poderia ser uma solução. “Gostava de poder seguir produção cultural, porque gosto de toda esta ligação com artistas, com a produção de espetáculos, com tudo o que precede um evento”, contou.
Diogo Ferreira, outro finalista do IPVC, do curso de Gestão, não queria pensar no futuro, tendo como único objetivo “aproveitar o cortejo”. “Quero tirar mestrado, como todos, e depois arranjar emprego na minha área”, considerou, enquanto os colegas gritavam, bem animados, “nós só queremos Gestão e whisky-cola!”.
Carla Pereira, do primeiro ano do curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, juntou-se ao cortejo para assinalar o fim do ano de caloira. “Este primeiro ano foi muito bom, tem sido uma experiência boa para todo o grupo. Dizem que o primeiro ano é o melhor e, de facto, está a ser. Já tivemos a Receção ao Caloiro, que foi muito boa, e agora temos o cortejo, que é a nossa despedida como caloiros, e que está a ser um espetáculo”, realçou. A jovem diz que todos os caloiros “querem honrar os seus doutores, porque estes merecem”. “Foram doutores muito bons, esforçaram-se muito para estar aqui, para termos o carro que temos”, contou, dizendo que o carro foi preparado pelos ‘doutores’ do segundo ano do curso, com um grande avião como destaque.

Imagens: Sónia Silva Sá

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