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admin 08 Mai 2016

CIM Alto Minho integra projeto para controlo e erradicação da vespa velutina

A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho acaba de ver aprovado um projeto de parceria liderado pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), para […]

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A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho acaba de ver aprovado um projeto de parceria liderado pelo Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV), para controlo, prevenção da propagação e erradicação da vespa velutina no norte de Portugal. Aprovado no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, com um investimento elegível de 410 mil euros, este projeto será desenvolvido de forma colaborativa com as comunidades intermunicipais da NUT II NORTE e os concelhos adjacentes da NUT II CENTRO, instituições regionais de ensino, investigação e desenvolvimento, a Federação Nacional dos Apicultores de Portugal e a Direção Geral de Alimentação e Veterinária. A primeira reunião com todos os parceiros realizou-se em Viana do Castelo, para a apresentação do projeto e arranque dos trabalhos. Este projeto procura dar resposta às necessidades de investigação identificadas no “Plano de ação para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal”, que foi desenvolvido pela DGAV e pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, em colaboração com o INIAV, com o objetivo de promover a vigilância e controlo da vespa velutina com vista à segurança dos cidadãos, à proteção da atividade agrícola e do efetivo apícola, bem como à minimização dos  impactos sobre a biodiversidade. Assim sendo, foram estabelecidas como ações prioritárias para este projeto o desenvolvimento de estudos e a investigação sobre reprodução, etologia, genética e sanidade da vespa velutina; avaliação de potenciais riscos sanitários para o efetivo apícola; modelos preditivos para a evolução da disseminação da espécie; e métodos para eliminação de espécimes e destruição de ninhos. Integra ainda outras ações como o estudo do impacto da vespa asiática sobre os ecossistemas e sobre os serviços de polinização que suportam; a análise do comportamento biológico da espécie nas áreas de disseminação/ ocupação para definir medidas preventivas e de luta de uma forma mais efetiva; o desenvolvimento e teste de boas práticas de controlo e de erradicação da espécie; e a divulgação da problemática associada à introdução da espécie em Portugal e a promoção de ações de sensibilização pública para os riscos associados.

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