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admin 02 Mai 2016

Movimento Naturalmente…Não às Portagens na A28 vai continuar a bater-se pela reposição da justiça

O movimento Naturalmente…Não às Portagens na A28, após ter tomado conhecimento, através da comunicação social, da decisão do Governo em reduzir o valor das portagens […]

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O movimento Naturalmente…Não às Portagens na A28, após ter tomado conhecimento, através da comunicação social, da decisão do Governo em reduzir o valor das portagens nas auto-estradas do interior (ex-scuts) e naquelas cujas vias alternativas sejam insuficientes, caso da A22, ex-scut Via do Infante, entende que tal iniciativa deverá ser, também, considerada para a A28, ex- scut Norte Litoral, tal como a Geice tinha já revelado. De acordo com o Movimento, “a A28 não pode continuar a ser portajada, particularmente porque não tem qualquer alternativa. A N13 não é de todo uma alternativa, como está comprovado, situação em tudo semelhante à A22”. “Embora o distrito de Viana do Castelo seja um distrito litoral, tem índices de desenvolvimento só comparáveis aos distritos do interior, objecto desta discriminação positiva”, acrescenta. O Movimento refere também que “a aplicação de portagens tem castigado e prejudicado este território de Viana do Castelo e todo o Alto Minho, pois, foram inúmeros os problemas e constrangimentos criados com a implementação desta medida em 2010 e que constituíram um forte entrave à competitividade da região e foram ainda um factor prejudicial para as relações transfronteiriças da mesma”. Como tal realça que “o custo, resultante das portagens, quer para os cidadãos, quer para as empresas é uma realidade, em muitos casos, incomportável, o que originou o encerramento e a deslocalização de empresas que estavam neste território para outras regiões, nomeadamente para o Grande Porto; Estes custos reflectiram-se em consequências gravíssimas para Viana do Castelo, pois o comércio local perdeu 49,5 %, a hotelaria 57 % do seu negócio; Perderam-se quadros técnicos, que se deslocavam de outros territórios, que deixaram de dar o seu contributo nas empresas vianenses ( ex. médicos que deixaram o hospital de Viana do Castelo), devido aos elevados custos com deslocações”. Por estes e outros motivos expostos em nota de imprensa, o Movimento garante que vai continuar a manifestar-se “contra esta injustiça e ataque aos cidadãos e empresas deste território de Viana do Castelo e Alto Minho, apelando, assim, que considerem a reavaliação do modelo de portagens para introduzir uma maior justiça e coesão territorial e em particular nesta zona fronteiriça com Espanha com uma maior interdependência de atividades, nomeadamente no turismo, evitando a precipitação para níveis ainda maiores de desequilíbrios desta região do Alto Minho”.

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