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admin 23 Mai 2016

Novo líder do PSD de Monção conta com apoio do vice-presidente do partido

O novo líder do PSD de Monção já tomou posse e pede cautela a todos os que acreditam que vá ter tarefa fácil na conquista […]

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O novo líder do PSD de Monção já tomou posse e pede cautela a todos os que acreditam que vá ter tarefa fácil na conquista da autarquia monçanense. “Nós andamos hoje nas ruas de Monção e toda a gente diz que o PSD e que o António Barbosa já ganharam as eleições. Este é o maior erro que podemos cometer”, alertou, referindo que “não ganharemos as eleições sozinhos”. “Nós ganharemos as eleições se aqueles que estiverem aqui dentro e os muitos outros que estiverem lá fora tiverem a capacidade de perceber, de vir ter connosco e dar o seu contributo. Quando falamos num café com um amigo, quando estamos com a família, e quando vamos buscar mais um elemento para juntar aos nossos. Assim é que se ganham eleições”, relembrou António Barbosa, durante os discursos de tomada de posse.
“É hora de juntar os de dentro para depois ir buscar os de fora”, continuou António Barbosa. Esta é a fórmula que o líder social-democrata de Monção considera chave “para que possamos, de uma vez por todas, voltar a colocar o concelho na rota do desenvolvimento e na liderança do distrito a qual perdemos ao fim destes 20 anos”.
Presente na cerimónia, o vice-presidente do PSD, Marco António Costa expressou rasgados elogios a António Barbosa: ” Eu sei que este concelho tem estado parado. Tem sido um concelho adiado nestes três anos de mandato socialista. Tem sido um concelho que não fez aquilo que é renovar-se para se preparar para o futuro. António [Barbosa] tem ambição. Não quer ser como este presidente de Câmara que cruzou os braços à espera que o tempo passasse. Quer trabalhar. Quer fazer coisas pela terra dele. E quando deixar de ser presidente de Câmara, quer deixar um concelho que esteja preparado para a década que vem aí”, frisou o líder.
“Temos um governo que, não tendo vencido as eleições, vive obcecado com as próximas eleições. E nessa lógica e nessa obsessão, promete tudo a todos. Quer oferecer tudo a todos. Basta haver um protesto ou uma reclamação para voltarem atrás com as decisões ou então tomarem decisões que acrescentam despesa permanente ao Estado”, considerou o dirigente social-democrata.
“Nós hoje temos uma maioria de esquerda que é intolerante democraticamente. Atacam de forma despudorada e com uma linguagem inapropriada o trabalho que fizemos no governo”, criticou, salientando que “se é verdade que há uma intolerância democrática, é também verdade que há um extremismo ideológico em todas as opções deste Governo. Basta a CGTP levantar a voz e os ministros metem o ‘rabinho’ no meio das pernas e saem a correr para cumprir as ordens da CGTP. É uma vergonha”, lamentou Marco António Costa.
Já o líder da distrital laranja, Morais Vieira, afirmou que “o PSD é, sem dúvida, o partido do poder local. Foi-o em Monção durante muitos anos e acredito que voltaremos a sê-lo. O sangue que corre nas veias dos monçanenses é de facto na maioria social-democrata”.
“É aqui também que o PSD de Viana do Castelo tem muito daquilo que o partido projeta para as eleições autárquicas de 2017. Vamos fazer naturalmente fazer tudo que esteja ao nosso alcance para que se escreva uma página diferente, com uma vitória em Monção, não para bem do PSD mas para bem dos monçanenses”, garantiu Carlos Morais Vieira.

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