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admin 17 Mai 2016

PSD do Alto Minho quer fronteiras da região incluídas em projeto-piloto do Governo

Esta terça-feira, através de comunicado, a Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo lamentou publicamente a não inclusão de nenhuma fronteira da região […]

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Esta terça-feira, através de comunicado, a Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo lamentou publicamente a não inclusão de nenhuma fronteira da região no projeto-piloto de zonas raianas de abastecimento de gasóleo para camiões pesados de transporte de mercadorias, considerando “que é uma descriminação negativa para a região e para a sua economia”. A distrital, presidida por Carlos Morais Vieira, “defende a correção do erro por parte do Governo”. O responsável considera que “estamos perante uma dupla descriminação negativa”, dizendo que “por um lado, apenas um sector da atividade económica é abrangido pela medida do governo socialista e por outro, excluiu-se uma região que tem na sua ligação internacional uma das suas maiores potencialidades de desenvolvimento económico”.
Recorde-se que o projeto-piloto do Governo prevê as zonas de Quintanilha, Vila Verde de Ficalho, Caia e Vilar Formoso para zonas raianas de abastecimento de gasóleo para camiões pesados de transporte de mercadorias. “É lamentável que esta decisão tenha sido aceite com total passividade pelos deputados socialistas eleitos pelo distrito e que as autarquias do PS da região não tenham tido qualquer força de pressão junto dos governantes”, considera Morais Vieira, dizendo que “pertencem ao partido do Governo e não o conseguiram sensibilizar para esta questão que é fundamental economicamente para a região, a qual tem várias empresas de transportes internacionais sediadas no seu território”.
O presidente da Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo está assim solidário com o presidente da Câmara Municipal de Valença, que já se mostrou surpreendido com a notícia. A fronteira de Valença tem cerca de 25 mil veículos por dia a cruzá-la e, segundo Morais Vieira, “não podemos permitir que a região seja excluída e exige-se ao Governo, que ainda vai a tempo, de corrigir este erro”.

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