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admin 22 Mai 2016

Rally de Portugal: Kris Meeke é o grande vencedor da prova portuguesa

De regresso à competição após uma paragem superior a dois meses, Kris Meeke foi rei e senhor no Vodafone Rally de Portugal. Mais concentrado, em […]

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De regresso à competição após uma paragem superior a dois meses, Kris Meeke foi rei e senhor no Vodafone Rally de Portugal. Mais concentrado, em conjunto com a Citroën, no desenvolvimento do novo carro para 2017, o piloto britânico não desperdiçou a oportunidade de voltar a vencer no WRC.
Meeke chegou ao pódio em Matosinhos com o primeiro lugar garantido. Andreas Mikkelsen recuperou terreno durante os dias de ontem e de hoje e acabou em segundo a 29,7s do vencedor. O norueguês superou o seu companheiro de equipa na Volkswagen, Sébastien Ogier. O francês, que teve um furo no primeiro troço do último dia, ficou sem condições de bater Mikkelsen e não foi além do terceiro lugar a 34,5s de Meeke.
“Este rali quase perfeito para nós. Quero dizer obrigado à equipa e especialmente ao meu engenheiro. Este ano é para ganhar experiência. Tivemos uma boa posição na estrada nos primeiros dias mas não podia fazer mais. O DS3 WRC continua a ser um carro muito bom”, afirmou o britânico mal terminou a última classificativa.
Depois do aquecimento na super-especial de Lousada, ainda na quinta-feira, o britânico aproveitou o facto de ser apenas o 13º na estrada para encontrar o piso mais “limpo”. Com essas condições, bateu a concorrência logo no segundo troço (já na sexta-feira) no Alto Minho assumiu o comando da prova.
Meeke entrou para o primeiro lugar e nunca mais cedeu essa posição. Sébastien Ogier, sentiu grandes dificuldades por ser o primeiro na estrada na sexta e no sábado, enquanto so restantes adversários não conseguiram acompanhar o ritmo do piloto da Citroën ou tiveram problemas que os atrasaram.
Mikkelsen perdeu tempo no segundo dia, devido a problemas de diferencial no Polo WRC. Sordo ainda se bateu pelos melhores tempos na sexta-feira, mas a partir de sábado deixou de ter condições para acompanhar Meeke, Ogier e Mikkelsen. Jari-Matti Latvala ficou sem direcção assistida durante boa parte da primeira etapa e também se atrasou. Mads Ostberg perdeu muito tempo no sábado quando fez duas especiais só com tracção dianteira no Ford Fiesta, enquanto Thierry Neuville perdeu a esperança de obter um bom resultado quando ficou sem gasolina no Hyundai no terceiro dia de prova.
A expectativa em torno de Hayden Paddon depois da vitória era grande mas o neozelandês teve um acidente e acabou a sua participação logo na quinta especial. Aliás, o piloto foi protagonista de algum drama pois o Hyundai i20 WRC ardeu por completo. Ott Tanak saiu de estrada exactamente no mesmo local e teve sorte porque conseguiu evitar que o incêndio consumisse o seu Ford Fiesta WRC.
Com o pódio entregue a um Citroën e a dois Volkswagen, o melhor Hyundai (de Sordo), ficou em quarto. Já Eric Camilli deu à Ford um quinto posto à frente de Jari-Matti Latvala. Martin Prokop (oitavo), foi o melhor dos privados.
Depois de um bom desempenho nos dois primeiros dias do Vodafone Rally de Portugal, a dupla de Viana do Castelo, José Manuel Barbosa e Ricardo Barbosa, que vinha a subir na classificação geral, acabou por “abandonaram” a corrida no terceiro dia de competição.

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