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admin 17 Mai 2016

Viana cria 350 empregos com investimento de 60 milhões de euros até 2017

  José Maria Costa, autarca da Câmara Municipal de Viana do Castelo revelou que, até 2017, várias empresas vão investir cerca de 60 milhões de […]

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Imagem: Sónia Silva Sá

 
José Maria Costa, autarca da Câmara Municipal de Viana do Castelo revelou que, até 2017, várias empresas vão investir cerca de 60 milhões de euros na capital do distrito, criando um total de 350 novos postos de emprego. “Em 2017, esperamos ter 350 novos postos de trabalho, depois de um investimento global que ultrapassa os 60 milhões de euros. Temos duas novas unidades industriais do setor automóvel, temos três ampliações ou refuncionalizações de empresas que já estão em Viana e temos três relocalizações de empresas, que vão mudar de espaço para poderem crescer”, indicou o autarca socialista durante a inauguração oficial da Incubadora Criativa do Alto Minho, que contou com a presença do Ministro da Economia.
A Incubadora Criativa do Alto Minho resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Viana do Castelo e a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC), sendo um equipamento dedicado ao empreendedorismo e que abriu as portas em janeiro deste ano. A ITEN é a primeira empresa instalada na Incubadora Criativa do Alto Minho, contando já com 16 engenheiros formados no Instituto Politécnico de Viana do Castelo. José Maria Costa mostrou-se satisfeito por “16 jovens do nosso IPVC poderem ser o primeiro contingente, entre muitos outros, que estou certo de que conseguiremos fazer em conjunto”.
 “O Alto Minho contribui positivamente para a balança de transações comerciais portuguesa. Exportamos cerca de 1,4 mil milhões de euros por ano e importamos cerca de 800 milhões”, frisou o autarca. Viana do Castelo, segundo dados de 2014, exportava 720 milhões de euros por ano e importava 430 milhões por ano, destacando-se “o setor do papel, o setor eólico, o setor automóvel, a metalomecânica, o setor têxtil e o setor naval, que está neste momento numa retoma a nível da reparação naval”.

Imagem: Sónia Silva Sá

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