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admin 27 Jun 2016

Exposição “Uma Ilha Celta Chamada Brasil” em Viana do Castelo até sábado

Até dia 02 de julho, próximo sábado, a Casa Manuel Espregueira e Oliveira, em Viana do Castelo, acolhe a exposição “Uma Ilha Celta Chamada Brasil”, […]

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Até dia 02 de julho, próximo sábado, a Casa Manuel Espregueira e Oliveira, em Viana do Castelo, acolhe a exposição “Uma Ilha Celta Chamada Brasil”, da artista brasileira Darlene Bezerra.
A exposição tem como tema central uma nova abordagem sobre a origem do nome Brasil, ligado historicamente à arvore pau-brasil, mas que pode ter surgido da mitologia da civilização celta irlandesa, facto relatado no livro “Uma Ilha chamada Brasil – O Paraíso Irlandês no Passado Brasileiro” do escritor e jornalista brasileiro Geraldo Cantarino, que atualmente mora em Londres.
A artista, de 54 anos de idade e natural de Salvador da Bahia, explicou à Geice que a exposição foi preparada ao longo de seis anos, resultando de uma pesquisa intensiva. A artista pesquisou o livro  de Geraldo Cantarino e a cultura celta e viajou para a Europa em 2011, onde visitou seis países, passando por Portugal, Espanha, França, Itália, Inglaterra e Irlanda, para conhecer mais sobre o assunto e a história deste povo. Surgiu então a ideia de fazer uma exposição que mostra a história, a cultura, religiosidade, sociedade, mitologia e arte celta, povo que deixou um grande legado para o mundo atual.
Para a exposição na Europa, Darlene Bezerra traz onze quadros em canvas, destacando guerreiros famosos, várias mandalas, 10 rostos feitos em lápis aquarela; e a plotagem da instalação “Ilha Hy Brasil”, que mostra em miniaturas guerreiros, druidas, lendas e os índios brasileiros recebendo Pedro Alvares Cabral e a sua comitiva.
“Uma Ilha Celta Chamada Brasil” esteve em Portugal no ano passado e foi apresentada na Casa da Cultura Ponte da Barca, no Festival Folk Celta Ponta da Barca e na Casa do Brasil de Lisboa. Depois da Casa Manuel Espregueira e Oliveira, em Viana do Castelo, a exposição vai participar de 16 a 19 de julho do Festival Internacional do Mundo Celta de Ortigueira, na Espanha, e nos dias 21 e 22 de julho e do Festival Mare Celtico em Pescara, na Itália.
A ilha Brasil, assinalada nos mapas medievais europeus desde o século treze, já era conhecida dos navegadores, inclusive dos portugueses. Era o paraíso dos celtas que morriam e acreditavam na imortalidade da alma e num reino de paz, harmonia e tranquilidade, onde os mortos podiam observar o que se passava no mundo dos vivos.

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