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admin 27 Jun 2016

Fachada da Igreja é a primeira a recuperar: Câmara Municipal vai apoiar reabilitação e conservação do Convento de S. Domingos

Era uma aspiração antiga que agora vai concretizar-se. A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou um protocolo de colaboração com a Fábrica da Igreja […]

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Era uma aspiração antiga que agora vai concretizar-se. A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou um protocolo de colaboração com a Fábrica da Igreja da Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate para dar início ao processo de candidatura a apresentar junto da Autoridade de Gestão do Norte 2020 e da CCDR-N e que visa a reabilitação e conservação do Convento de S. Domingos, um dos espaços religiosos mais belos e emblemáticos da cidade. Os primeiros trabalhos vão centrar-se na sua “relíquia”, a fachada da Igreja de São Domingos, mas o Padre Vasco Gonçalves espera que este seja o início de uma grande caminhada. O Pároco tem ainda esperança que, no futuro, o espaço possa ser aberto a toda a comunidade e sonha ainda com a criação de um espaço museológico na área do Convento. O protocolo, que já foi ratificado pelo executivo, define que a autarquia vai proceder ao levantamento das necessidades técnicas de reabilitação e conservação do monumento, designadamente a elaboração da memória descritiva das intervenções a efetuar, definição de prioridades de intervenção e preparação do dossier técnico e projeto de execução de conservação e restauro para fundamentar a candidatura a fundos comunitários que permitirá a realização da intervenção. O Convento de S. Domingos foi fundado em 1563 por Frei Bartolomeu dos Mártires, sendo que a igreja começou a ser construída em 1566. Este conjunto arquitetónico foi classificado como Monumento Nacional em 1910 e caracteriza-se pelo aspeto militar, com destaque para os cubelos de influência francesa e que é considerada uma solução inédita no panorama artístico português. Uma vez que a parte do convento tem sofrido alterações, designadamente a ocupação por repartições e serviços públicos e até um grande incêndio, é intenção da autarquia e da Fábrica da Igreja manter e conservar o importante acervo patrimonial, nomeadamente a recuperação e limpeza dos claustros bem como o seu espólio, prevendo-se uma candidatura ao Norte 2020 para a sua reabilitação.

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