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admin 30 Jun 2016

Greve de fome: GNR levou “compulsivamente” José Gonçalves para avaliação no Hospital de Viana

A greve de fome que José Gonçalves, de 52 anos, vem mantendo desde o dia 13 de Junho na Zona Industrial de Neiva teve hoje […]

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A greve de fome que José Gonçalves, de 52 anos, vem mantendo desde o dia 13 de Junho na Zona Industrial de Neiva teve hoje novos desenvolvimentos. A GNR, que tem acompanhado de perto o caso, fez uso de uma ordem judicial para levar José Gonçalves para o Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, para avaliação do seu estado de saúde. Quer fique internado ou não, José Gonçalves disse à Geice que a greve de fome é para continuar. Recorde-se que, na sequência de diversos problemas que envolvem os bens familiares, nomeadamente uma fábrica na Zona Industrial do Neiva e que agora pertence à irmã, depois de um processo de insolvência, José Gonçalves diz que se viu privado de tudo a que tinha direito, até mesmo ao acesso à casa onde nasceu. Mas o mais grave, sublinha, é não ter condições para criar o filho de 22 meses, que acaba por ser o grande motivo desta greve de fome. José Gonçalves diz-se discriminado e tratado de forma desigual pela família, a qual apesar de tudo diz amar, e afirma sentir-se profundamente sozinho. A grande mágoa, refere ainda, é o facto da própria família o ter transformado num “sem-abrigo”, já que nos últimos tempos tem vivido da caridade de amigos e do RSI, num montante de cento e poucos euros. O “amor incondicional” que sente pelo filho foi, de acordo com José Gonçalves, o motivo que o levou a “dar a cara” para expor a situação social e emocional dramática em que atualmente vive.
Foto gentilmente cedida por Joca Fotógrafos

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