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admin 20 Jun 2016

Parque Transfronteiriço Castelinho-Fortaleza considerado “estruturante” nas relações entre os dois países

Os autarcas de Vila Nova de Cerveira e Tomiño estão apostados em potenciar um território comum e em prosseguir com um conjunto de reuniões dos […]

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Os autarcas de Vila Nova de Cerveira e Tomiño estão apostados em potenciar um território comum e em prosseguir com um conjunto de reuniões dos dois lados da fronteira para dar a conhecer aquele que será o primeiro Parque Transfronteiriço Norte de Portugal/Galiza ligado por uma ponte pedonal/ciclável. Fernando Nogueira e Sandra Gonzalez querem auscultar e sensibilizar as entidades competentes para a sua viabilização e apresentaram recentemente o projeto à coordenadora da Unidade de Missão para a Valorização do Interior.
Integrada numa visita mais alargada ao Vale do Minho promovida pela UNIMINHO, a coordenadora da Unidade de Missão para a Valorização do Interior, Helena Freitas, reuniu com os dois autarcas que fizeram o ponto da situação e traçaram os desafios do projeto. No final, a responsável destacou o caráter “simbólico, singular e estruturante deste projeto”.
Candidatado ao Interreg V-A 2014-2020, o parque transfronteiriço Castelinho/Fortaleza resultará da complementaridade de valências do Parque de Lazer do Castelinho (Vila Nova de Cerveira) e do Espaço Fortaleza de Goián (Tomiño), com uma área atual de 6 ha mas que, a médio prazo, corresponderá a uma área total de 15 ha dada as ampliações previstas. A concretização deste projeto só será possível pela ligação das duas margens, através de uma ponte pedonal e ciclável sobre o rio Minho, fazendo a ligação entre os dois parques.
O autarca cerveirense, Fernando Nogueira, explicou que foram criadas todas as condições de trabalho para sustentar um projeto “muito peculiar” por várias razões, entre elas “a existência de uma estação ferroviária dentro do próprio parque que serve as duas margens, assim como a convergência de uma vasta rede de percursos pedestres”. A alcadesa de Tomiño, Sandra Gonzalez, ressalvou a histórica relação entre as duas comunidades e o seu fortalecimento social, económico e cultural nos dias de hoje, afirmando que este parque com valências complementares dos dois lados representará uma mais-valia.
O périplo de apresentação deste projeto já percorreu, do lado português, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a Delegação Portuguesa da Comissão Interministerial de Limites e Bacias Hidrográficas Luso-Espanholas, a Direção Geral dos Assuntos Europeus, a CCDR-N, a Capitania do Porto de Caminha, e a Associação Portuguesa do Ambiente, para além das entidades congéneres do lado da Galiza.

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