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admin 12 Jul 2016

Biblioteca Pública de Braga comemora 175 anos

A Biblioteca Pública de Braga (BPB) inicia esta quarta-feira a celebração dos seus 175 anos com a abertura de três exposições na Reitoria da Universidade […]

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A Biblioteca Pública de Braga (BPB) inicia esta quarta-feira a celebração dos seus 175 anos com a abertura de três exposições na Reitoria da Universidade do Minho, em Braga. A exibição do “Hortus Sanitatis” (1496), um dos primeiros livros ilustrados impressos sobre medicina e história natural, as fotos literárias de Ana Carneiro e a mostra evocativa sobre o escritor David Mourão Ferreira serão apreciados pelo vice-reitor Rui Vieira de Castro, pelo autarca bracarense Ricardo Rio e pelo diretor da BPB, Elísio Araújo, entre outras personalidades. A BPB vai assinalar a efeméride com um conjunto de eventos até 2017, como conferências, exposições, concertos, visitas e projetos editoriais. “São 175 anos a preservar a memória e a promover a cultura e o conhecimento. Queremos reforçar a vitalidade desta Biblioteca e sensibilizar a sociedade através daquilo que nos diferencia de instituições congéneres, em especial o espólio de 500.000 volumes, que inclui preciosas raridades”, refere Elísio Araújo. Por exemplo, a BPB tem 54 obras das origens da imprensa (os “incunábulos”), como a “Hortus Sanitatis”, considerada “a última grande enciclopédia medieval” e da qual só há este exemplar completo em Portugal. A edição, produzida em Estrasburgo, tem mais de mil entradas sobre plantas, animais, pedras e fármacos. Vai ficar patente até setembro no átrio da Reitoria, num ciclo “Obras intemporais”, que receberá depois outras raridades do acervo da BPB. Na galeria adjacente do salão medieval ficam as fotos de “Silêncios: uma exposição para ler”. É possível ver aí alguns espaços recônditos da BPB, além da leveza e quietude trazidas pelo olhar de Ana Carneiro (1951-2003). Já no átrio da BPB homenageia-se o poeta, tradutor e crítico literário David Mourão Ferreira, nos 20 anos da sua morte. Para ver há cerca de 50 livros do autor, como “As lições do fogo” ou “Um amor feliz”, além de traduções, biografias, estudos e ainda periódicos, enciclopédias e notícias sobre o seu percurso. Foi secretário de Estado da Cultura, criou o Museu Nacional de Literatura, liderou a Associação Portuguesa de Escritores e o jornal “A Capital”, deu aulas na Universidade de Lisboa, participou em vários programas na TV e recebeu 13 prémios literários.

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