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admin 11 Jul 2016

Falta de apoio a associação que “alimenta e trata feridas dos gatos de rua” indigna munícipes

Na reunião de executivo desta segunda-feira, a falta de apoio à Gatos de Ninguém, associação vianense que resgata e acolhe gatos de rua, acabou por […]

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Na reunião de executivo desta segunda-feira, a falta de apoio à Gatos de Ninguém, associação vianense que resgata e acolhe gatos de rua, acabou por gerar alguma indignação no salão nobre da Câmara Municipal de Viana do Castelo. Marques Franco, vereador do PSD, colocou a questão ao autarca José Maria Costa, dizendo que visitou a Gatos de Ninguém, uma “associação que tem caráter de voluntariado”, mas que está já “há mês e meio” a pedir a inclusão de um ponto que propõe um subsídio de 500 euros por mês à coletividade. O vereador laranja diz que o pedido “tem sido sistematicamente adiado” e indicou que “gostava de saber por que é que isto me acontece a mim”, pois não consegue sequer que a ideia seja debatida na reunião camarária que acontece de duas em duas semanas. Cerca de uma dezena de munícipes, que vinha defender a Gatos de Ninguém, acabou por sair da reunião, indignada com a falta de resposta do autarca para o problema.
Antes, Marques Franco disse que “em três anos, o senhor presidente nunca me viu fazer uma proposta destas”, considerando que “este é um problema sério de urbanismo”. “Quando olhamos para estas associações, dá-me ideia que são pessoas voluntárias que estão a fazer um serviço e que se estão a substituir ao município”, referiu. “Não estamos a falar de um gatil, estamos a falar de um problema para o qual o município não tem solução. Estamos a falar de um trabalho com gatos de rua, a associação alimenta-os, trata-lhes as feridas, castra-os”, indicou o vereador do PSD.
Em resposta, o autarca socialista referiu que “é evidente que os vereadores da oposição têm o direito de apresentar todas as propostas”, mas disse que “temos de ver o enquadramento, ver as questões orçamentais, e estudar eventuais apoios concedidos já a outras associações de apoio aos animais”. José Maria Costa referiu mesmo que percebe que “seja simpático” pedir atribuição de “subsídios à la carte”, dizendo que “não está em causa o trabalho e o método das associações, que nos merecem todo o respeito”.
“Os apoios não podem ser definidos consoante estados de alma e estados de oportunidade”, realçou o autarca, frisando que “isto não é assim, não pode ir visitar uma associação, pedir um subsídio, e achar que é assim, porque temos um orçamento, temos enquadramento para os apoios”.”Temos o maior respeito por todas as associações. O engenheiro Vítor Lemos tem procurado uma solução para a Vila Animal, que vai ser um apoio importante para o concelho e que vai ter apoio para cães e para gatos”, referiu ainda.

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