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admin 05 Jul 2016

Trajes à vianesa adaptados a impressão 3D por três jovens de Viana

Três jovens naturais de Viana do Castelo resolveram adaptar os trajes à vianesa às novas tecnologias e fazem agora impressões 3D de trajes variados de […]

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Três jovens naturais de Viana do Castelo resolveram adaptar os trajes à vianesa às novas tecnologias e fazem agora impressões 3D de trajes variados de Santa Marta de Portuzelo, freguesia do concelho vianense. À Geice, Pedro Ribeiro explicou que partiram de um casal do Grupo Folclórico de Viana do Castelo, que utilizam fatos de Santa Marta para esta impressão, e adaptaram a etnografia local a tecnologia de ponta, criando cinco peças do traje à vianesa em 3D.
Os arquitetos Pedro Ribeiro e Rafael Nascimento juntaram-se ao técnico de impressão 3D João Cavalheiro e garantiram já a execução em 3D, em plástico vegetal, de trajes de noiva, de mordoma, de festa, de campo ou trabalho e de domingar. O projeto tem sido apoiado com recurso ao microcrédito concedido pelo gabinete de empreendedorismo da Câmara Municipal de Viana do Castelo e as peças – que existem em quatro tamanhos – vão ser postas à venda a 18 de julho, na loja da empresa Diverte, situada no final da Rua da Bandeira, e em algumas lojas da cidade que ainda são “segredo dos deuses”. Os modelos, que variam entre os 5 e os 28 centímetros, vão ser colocados à venda, numa edição limitada, em mais de 30 cores, depois de serem pintados por uma artesã de Cardielos, como garantiu Pedro Ribeiro.
“A impressão 3D é algo que está a ganhar força e algum peso, mas as pessoas ainda não percebem muito bem o que se pode fazer com ela. Na verdade, pode-se fazer tudo. Basicamente, o que fizemos foi comunicar aquilo que fazemos através de um produto que representa a cidade e a cultura de Viana”, vaticinou o responsável. “Os trajes mostram aquilo que a impressão 3D consegue fazer, pegando nos trajes de Viana”, realçou, explicando que o projeto “Imprimimos tradições” nasceu para esta ideia.
O responsável assume que, com este projeto, começaram já a sentir o interesse de outras entidades oficiais do país, “relacionadas com outros trajes ou ícones nacionais”, que querem conhecer melhor o projeto de impressão 3D. O desenvolvimento do produto pretende dar relevância a esta nova tecnologia. Vão ter produtos pintados mas também produtos de cor única, “que realçam o detalhe e o objetivo da empresa, que é a impressão 3D”, frisa Pedro Ribeiro.

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