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admin 28 Ago 2016

Reflorestação: Quercus defende que “não se deve aumentar a área de eucaliptal”

A associação ambientalista Quercus afirma que a “problemática falta de ordenamento da floresta está associada à escassez de investimento no Mundo Rural, mas reflete a […]

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A associação ambientalista Quercus afirma que a “problemática falta de ordenamento da floresta está associada à escassez de investimento no Mundo Rural, mas reflete a necessidade de novas políticas públicas de desenvolvimento rural como o fomento a uma floresta mais resiliente ao fogo e práticas agrícolas sustentáveis que contribuam para a manutenção da população nas aldeias”. Recorda que “o programa do XXI Governo Constitucional, decorrente das eleições no passado dia 4 de Outubro de 2015, menciona expressamente a ideia de aumentar o “incremento da resiliência do território, minimizando os riscos associados à ocorrência de acidentes graves e catástrofes”. A este compromisso, acresce o acordo de posição conjunta do Partido Socialista e do Partido Ecologista «Os Verdes» sobre solução política para viabilizar o Governo, que sobre a área da Floresta refere; “Aumentar a produção e a produtividade das fileiras florestais através do aumento das áreas de montado de sobro e de azinho e de pinheiro bravo, travando a expansão da área de eucalipto, designadamente através da revogação da Lei que liberaliza a plantação de eucaliptos, criando um novo regime jurídico”. A Quercus concorda que não se deve aumentar a área de eucaliptal, dada a vasta área de monocultura existente em continuidade e os impactes associados à gestão do solo, água, perca de biodiversidade, ordenamento e conflitos de vizinhança. Os últimos dados preliminares do 6.º Inventário Florestal Nacional referem uma área de 812 000 hectares de eucaliptais em 2010, contudo, o valor atualmente deverá estar entre os 900 000 e 1 000 000 de hectares, o que justifica avançar com um novo inventário rigoroso, mas até nova informação não se pode protelar o aumento da área. A Quercus vai efetuar um balanço no final do período crítico com contributos para a melhoria do sistema, mas encontra-se disponível para colaborar com a comissão ministerial para prevenir incêndios florestais, esperando um bom trabalho das diversas entidades.

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