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admin 19 Set 2016

Deputados do PSD dizem que abertura do ano escolar “não está a correr como o desejado”

Em comunicado, os deputados do PSD eleitos por Viana do Castelo afirmam que a abertura do ano escolar “não está a correr como o desejado, […]

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Em comunicado, os deputados do PSD eleitos por Viana do Castelo afirmam que a abertura do ano escolar “não está a correr como o desejado, ao contrário do que o Governo anuncia”. Em nota enviada pela Comissão Política Distrital, liderada por Carlos Morais Vieira, é referido que os deputados do PSD assinalaram no Alto Minho o início do ano letivo, começando um périplo por várias escolas no distrito. “Ao contrário do que está a ser vinculado pelo Governo, a abertura do ano escolar não está a correr como o desejado”, afirmou Emília Cerqueira, à margem da iniciativa. “Está a ser marcada pela falta de funcionários, por turmas sobrelotadas, défices de salas e uma rede deficiente de transportes em certas localidades”, acusou a social democrata, dizendo que “é uma realidade que está muito, mas muito longe do que o Governo quer fazer passar – para a opinião pública – de que tudo está a correr bem”.
Durante este primeiro dia do périplo pelas escolas visitaram, também, o Colégio de Campos, o “único colégio sobrevivente da recente medida do Governo que pôs fim ao contrato de associações”. “Verificámos a luta árdua que o Colégio de Campos está a travar a manter o seu serviço público às famílias e à comunidade educativa de Vila Nova de Cerveira e Valença, para a qual tiveram o apoio das respetivas Câmaras Municipais”, afirmou a parlamentar. “Um esforço notório, tendo em conta que, também, ao contrário do que tem sido veiculado pelo ministro da Educação, uma das suas turmas de continuidade não foi aprovada, criando dificuldades acrescidas à gestão da escola”, refere Emília Cerqueira.
Em Vila Praia de Âncora e Caminha, dizem, a “realidade da Ancorensis é a de que 400 alunos viram a escola fechada e, se por um lado, não encontraram colocação alternativa nas escolas públicas do concelho, os que conseguiram ficar viram-se em condições muito longe das mínimas exigíveis”. Emília Cerqueira relembrou que “a atitude dos autarcas cerveirenses e valencianos contrasta, em absoluto, com o comportamento do Presidente de Câmara de Caminha, que colocou sempre os interesses político-partidários à frente das necessidades das respetivas populações.”

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