FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 21 Nov 2016

UMinho lidera projeto europeu de conservação do património

A Universidade do Minho vai criar uma estratégia para a conservação preventiva do património histórico e cultural no sudoeste europeu. O projeto chama-se HeritageCARE, tem […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

A Universidade do Minho vai criar uma estratégia para a conservação preventiva do património histórico e cultural no sudoeste europeu. O projeto chama-se HeritageCARE, tem oito parceiros e conta nos próximos três anos com 1.68 milhões de euros provenientes do programa Interreg-SUDOE, sendo 1.28 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). A meta é haver um sistema de monitorização integrada e sustentável do património, criando-se uma entidade sem fins lucrativos que fará inspeções periódicas a edifícios, difundirá boas práticas de conservação a proprietários e cidadãos e aconselhará órgãos governamentais, entre outros aspetos. O projeto aplica a máxima “mais vale prevenir do que remediar” ao património. É liderado pela UMinho – através do Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (ISISE) e do Instituto para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) –, incluindo ainda a Direção Regional de Cultura do Norte e o Centro de Computação Gráfica. Da Espanha participam a Universidade de Salamanca, o Instituto Andaluz do Património Histórico, a Fundação Santa Maria Real do Património Histórico e, de França, as universidades Blaise Pascal e de Limoges. A equipa teve há dias a primeira reunião em Guimarães.“Vamos partilhar o conhecimento e a experiência em rede, contribuindo para definir diretrizes comuns de boas práticas para a inspeção sistemática, diagnóstico, conservação e manutenção do património cultural construído”, explica o professor coordenador Luís Ramos, do Departamento de Engenharia Civil da Escola de Engenharia da UMinho. A metodologia vai ser implementada e validada através de 60 casos de estudo (edifícios classificados e não classificados) distribuídos pelos três países parceiros. O objetivo final é estabelecer uma entidade amiga dos proprietários que supervisione o cumprimento da metodologia e garanta a sustentabilidade dos resultados no futuro. “Esperamos contribuir para a mudança de mentalidades na atitude das pessoas, entidades governamentais e proprietários na proteção e manutenção dos seus edifícios e monumentos, sejam públicos ou privados”, nota Luís Ramos.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts