FECHAR
Logo
Capa
A TOCAR Nome da música AUTOR
admin 27 Dez 2016

Estado coloca Forte da Ínsua a concurso para fins turísticos e Câmara de Caminha aplaude

Em Caminha, o Estado vai colocar a concurso para ser convertido num projeto turístico, no âmbito do programa “Revive”, o Forte da Ínsua, situado ao […]

Acessibilidade

Ouvir
Aumentar Texto Diminuir Texto
Contraste Contraste

Em Caminha, o Estado vai colocar a concurso para ser convertido num projeto turístico, no âmbito do programa “Revive”, o Forte da Ínsua, situado ao largo de Moledo. Conforme foi anunciado, o Estado vai integrar no programa “Revive” um total de 30 edifícios, entre mosteiros, fortes, antigos quartéis ou conventos que, sem utilização, têm sido condenados ao abandono, encontrando-se alguns mesmo em estado de ruína.
Miguel Alves, autarca caminhense, considera que esta é uma boa notícia para o concelho e refere que“estão reunidas as condições para, dentro das regras definidas e com respeito pelo passado monumental do Forte da Ínsua, darmos a oportunidade aos investidores para resgatarmos um património que é um emblema do concelho de Caminha”. O projeto “Revive” é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças, que abre o património ao investimento privado para desenvolvimento de projetos turísticos.
O socialista explica que “desde há algum tempo que temos vindo a insistir para a necessidade de darmos projeção ao Forte da Ínsua através da sua conservação e, sobretudo, do seu aproveitamento”, lamentando que “infelizmente, nos últimos anos” aquele monumento tenha sido votado “a um certo esquecimento que só é combatido pela população e pelos turistas que, de vez em quando, se deslocam até lá para conhecer o forte, pescar ou descansar serenamente na ilha deserta”.
O Forte da Ínsua é um monumento nacional construído entre 1649 e 1652 e encontra-se numa pequena ilha rochosa, na foz do Rio Minho, perto da costa. O presidente da Câmara de Caminha considera ainda que “hoje temos condições para aproveitar melhor aquela monumentalidade, sobretudo no quadro de um concelho apostado no turismo e na preservação do património e especialmente quando estamos a candidatar o estuário do rio Minho a Paisagem Cultural da UNESCO. O Ministério da Economia foi sensível a esta reivindicação e a Senhora Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, teve sempre o cuidado de falar comigo ao longo do percurso que nos trouxe até aqui”.

Comentários

Últimas notícias

mais notícias

Últimos podcasts

mais podcasts