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admin 20 Dez 2016

Ex-trabalhadores dos ENVC com “esperança” depois de reunião com Governo

Quatro representantes de um grupo de ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) reuniram esta terça-feira com representantes do Ministério do Trabalho, Solidariedade […]

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Quatro representantes de um grupo de ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) reuniram esta terça-feira com representantes do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, tendo saído do encontro com “esperança” numa solução para os 400 antigos funcionários da empresa pública vianense que a partir do próximo ano deixam de ter direito ao subsídio de desemprego.
“Expusemos todas as nossas preocupações, deixamos lá fotocópias com documentos e informações de todos os trabalhadores (…) e ficaram de articular, com o Governo, um estudo sobre a nossa situação, para nos dar uma resposta o mais breve possível”, afirmou António Ribeiro, porta-voz dos antigos funcionários.“Ficaram de analisar e verem o que será possível fazer para minimizar a nossa situação”, disse ainda o representante.
Recorde-se que, na passada sexta-feira, um grupo de cerca de 150 ex-trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo reuniu e decidiu solicitar um regime de exceção para cerca de 400 antigos funcionários da empresa de construção naval. A maioria dos ex-trabalhadores deixa de ter subsídio de desemprego em 2017 e está preocupada com o futuro, pelo que pediu ao Governo a reintegração dos funcionários ainda em idade de trabalho e uma exceção para que seja prolongado o subsídio de desemprego ou que seja atribuída a reforma antecipada aos mais velhos.
Na altura, o porta-voz referiu que “só depois da reunião com o Ministério do Trabalho é que saberemos qual o passo a dar”, aguardando agora notícias do Governo “para breve”. O representante explicou que, no próximo ano, cerca de meia centena de trabalhadores vão ter entre 55 e 56 anos, pelo que não terão acesso à reforma antecipada.
“Muitos trabalhadores vão ser penalizados, até devido ao mútuo acordo. Outros não vão ter direito à reforma antecipada nem a qualquer apoio social, pois a lei está mesmo assim. A malta mais jovem infelizmente já não tem apoios e não foi inserida no mercado de trabalho”, lamentou.

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