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admin 16 Jan 2017

Autarca quer fazer regressar os “talentos de Viana” que emigraram nos últimos anos

José Maria Costa, atual autarca de Viana do Castelo e assumido (re)candidato à Câmara Municipal do Alto Minho diz que uma das suas prioridades para […]

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José Maria Costa, atual autarca de Viana do Castelo e assumido (re)candidato à Câmara Municipal do Alto Minho diz que uma das suas prioridades para um eventual novo mandato é fazer regressar os “talentos de Viana” que tiveram de emigrar nos últimos anos. “Temos de criar condições para atrairmos estes novos talentos que saíram para fora e que podem e devem ter um processo de felicidade e de construção da sua vida no território de nascença”, refere o socialista, dizendo que o trabalho tem de ser “na criação de emprego”.
“Durante este período de crise, durante os últimos quatro anos do anterior Governo tivemos um êxodo quase maciço de muitos jovens bem qualificados para a diáspora. A minha filha está também no estrangeiro porque não tinha colocação aqui em Portugal”, lamenta o responsável. “Esta é uma tarefa para a qual estamos todos convocados. O país tem de trazer de novo os cerca de 100 mil jovens que saíram nos últimos anos”, defende José Maria Costa.
“Temos de fazer um trabalho de criação de emprego, emprego mais qualificado, para os trazermos para cá”, assegura. O autarca quer também criar uma plataforma tecnológica que funcione como uma rede dos vianenses que estão na diáspora, “de forma a que eles possam acompanhar os grandes acontecimentos da sua terra”. “Para que possam ter através de ‘streaming’ acesso a concertos, conferências, apresentação de livros, que possam ter a sua comunicação, pôr as suas dúvidas, saber o que cá está a acontecer no que toca ao emprego”, explica José Maria Costa.
O autarca e candidato diz que conversou recentemente com o Secretário de Estado das Comunidades e soube que o Governo está a desenvolver uma plataforma tecnológica para permitir a melhoria de acessos às informações consulares e das embaixadas, acreditando que esta rede poderá ser alargada “para podermos apoiar os jovens e menos jovens que estão lá fora, para poderem ter mais informação sobre a terra de origem e informações consulares”.

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